Saúde - Pneumologia e Otorrinolaringologia

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Saúde - Pneumologia e Otorrinolaringologia

  • Data de Publicação: 23 de maio de 2009



Saúde

Especial Pneumologia e Otorrinolaringologia

Respirar é viver

  • Conselho Médico: Saiba mais sobre prevenção e cura para as principais doenças
  • Curioso: Atitudes aparentemente estéticas promovem qualidade de vida


Ciência e Saúde

Contra a gripe

Os dias mais frios vêm chegando e com eles aumentam as chances de contágio pelo vírus da gripe. No inverno, é comum as pessoas agruparem-se em ambientes fechados, o que favorece a disseminação do vírus. Como não é possível impedir que as pessoas se reúnam, o ideal é agir preventivamente. E a principal medida é a vacina. Existente há mais de 10 anos, a vacina da Influenza ou Gripe torna-se cada vez mais popular, crescendo anualmente o número de pessoas que buscam por sua imunização. Além de proteger contra a gripe, outras complicações como a pneumonia podem ser evitadas. Ela pode já ser aplicada a partir do sexto mês de vida e é indicada especialmente para crianças e idosos. Os pequenos devem ser vacinados porque são mais suscetíveis ao contágio no ambiente escolar, e para os idosos, a importância da imunização se deve à baixa das defesas naturais. Também crianças com predisposição para infecções respiratórias, cardiopatias congênitas ou diabetes devem ser vacinadas. A vantagem: após 15 dias da aplicação da vacina, o corpo já produz anticorpos contra o vírus da gripe, devendo ser feita preferencialmente entre o final do verão e o início do outono. “É importante também esclarecer que esta vacina deve ser aplicada anualmente, pois os vírus da gripe têm a particularidade de sofrerem mutações, e por isto, a vacina é elaborada especialmente para os vírus que deverão prevalecer a cada ano”, alerta o Dr. Wilson Juchem, diretor médico da Multivacin.


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Com os dias frios se aproximando, a gripe chega.

Créditos: Divulgação/Stock


O PAVOR DA GRIPE SUÍNA

Ao redor do planeta, o assunto que pauta os noticiários e anda gerando pânico é a disseminação da Gripe Suína, agora denominada Gripe A. Tendo seu primeiro caso registrado no México, ela é causada por um vírus com características das gripes suína, aviária e humana. Seus sintomas são semelhantes aos de uma gripe comum e incluem febre repentina, fadiga, dores pelo corpo e tosse. A forma de contaminação também é semelhante devendo-se evitar o contato direto ou indireto (especialmente através das mãos) com pacientes suspeitos de gripe. “Neste momento, a vacina para a gripe comum é fundamental, pois se a pessoa recebeu a vacina e apresenta sintomas sugestivos de gripe, é necessária uma maior atenção para o caso”, salienta o Dr. Juchem.

Previna-se contra outros vilões

A gripe é doença mais comum relacionada ao sistema respiratório. Mas outras doenças são também bastante incidentes no inverno. O médico pneumologista do Hospital Universitário de Santa Maria, Ayrton Schneider, explica que além da maior concentração de pessoas em ambientes fechados, hábitos inadequados como tabagismo e má alimentação também podem aumentar as chances de contágio por doenças mais perigosas do que a gripe. Schneider cita, entre as mais comuns, a asma brônquica, o câncer de pulmão, pneumonias, bronquectásias e as sinusopatias. Por isso, citamos algumas maneiras de evitá-las ou identificá-las o mais cedo possível.

  • Asma - A doença pode acontecer devido a diversos fatores. Schneider explica que ela pode resultar da interação de fatores genéticos, ambientais, entre outros. Ela é caracterizada por episódios de chiado e aperto no peito, e tosse, principalmente de manhã e à noite. A doença pode ser controlada com medicamentos prescritos pelo médico consultado. O especialista fala sobre a necessidade do tratamento: “sua ausência pode causar exacerbações mais frequentes com a piora dos sintomas que progressivamente deterioram o estado funcional”, alerta.
  • Pneumonia – É uma infecção respiratória causada por bactérias, vírus, fungos e outros agentes infecciosos ou por substâncias químicas. Os sintomas mais comuns são calafrios e tremores, dor no peito, tosse com catarro esverdeado, marrom ou com sangue e respiração ofegante, podendo até mesmo causar a morte. Por isso, sua prevenção é muito importante. O pneumologista recomenda a utilização das vacinas anti-influenza e da anti-pneumocócica para idosos residentes em asilos ou com idade igual e superior a 65 anos e indivíduos imunocomprometidos.
  • Câncer do Pulmão – É uma das neoplasias (proliferação anormal de determinadas células) mais freqüentes e agressivas que comprometem o indivíduo, principalmente o fumante. Schneider observa que infelizmente são poucos os casos em que o diagnóstico é estabelecido precocemente, pois não há um sintoma específico. Eles podem ocorrer dependendo da localização e extensão da lesão pulmonar. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances há de cura. Por isso é essencial a realização de exames preventivos.


Complicações

Cigarro, o grande vilão

Segundo o Ministério da Saúde, os cigarros contêm cerca de 4.720 substâncias tóxicas, sendo a nicotina a responsável pela dependência. Elas agridem o corpo, comprometendo a saúde e o bem estar. Além de problemas no sistema respiratório, os efeitos do tabagismo vão além, trazendo problemas circulatórios e, atenção: até para os olhos.

Entendendo o assunto - O tabagismo é um dos fatores de risco para problemas na retina e no nervo óptico, já que acelera o processo de formação da placa ateromatosa nos vasos da retina, gerando pequenos coágulos. “Também temos outros fatores, como a hipertensão arterial sistêmica, a diabetes, as altas taxas de lipídios no sangue, obesidade, estresse e sedentarismo”, lembra Liliane Weber, médica oftalmologista do Centro de Tratamento Ocular. Nesse sentido, outra questão que merece cuidado é a trombose da veia da retina, onde há uma obstrução, causada pelo pequeno coágulo, e que pode comprometer definitivamente a visão. Quadros de isquemia do nervo óptico, causados pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos que se dirigem à cabeça do nervo óptico, também podem trazer sequelas graves. O que se faz necessário entender no quesito conscientização é que estes problemas têm, assim como a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que pode ser entendida como uma espécie de envelhecimento da retina, ligação direta com o tabagismo, e que comportamentos de risco como esse tornam os pacientes suscetíveis a tais doenças.

Prevenção sempre - Um acompanhamento constante do oftalmologista auxilia no combate destas patologias, assim como permite indicações de outras especialidades para acompanhamento: endocrinologista para controle da glicemia, cardiologista para verificar a hipertensão, entre outros. “A observação direta da retina no consultório em pacientes acima de 40 anos pode ser valiosa”, diz Liliane, que completa: “Hábitos saudáveis, alimentação balanceada e controle de algumas doenças podem retardar a progressão das doenças”.


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Fumar já foi associado, no passado, à imagem de “glamour”. Hoje o hábito é considerado um dos piores inimigos da saúde.

Créditos: Divulgação/Stock


Texto de cabeçalho

Mais

Placa ateromatosa é a infiltração gordurosa da camada íntima, associada à fibrose.

Fique alerta

Um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, concluiu que os fumantes correm duas vezes mais risco de ficar cegos ao desenvolverem DMRI. E a chance de sofrerem de DMRI é duas ou três vezes maior em comparação com quem não fuma.

Respirar é viver

Conhecendo o assunto

A respiração é um processo fundamental para o nosso corpo, garantindo seu funcionamento. Através dela, absorvemos oxigênio e liberamos os gases resultantes dos processos celulares, possibilitando a manutenção da saúde e bem-estar. “Existem várias formas de respiração, envolvendo diferentes padrões – torácico e abdominal – e por diferentes vias – boca ou nariz – o que define o modo respiratório”, salienta Geovana Bolzan, fonoaudióloga e mestranda em Distúrbios da Comunicação Humana, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Quando nascemos, nossa respiração é diafragmática e por via nasal. Contudo, ao longo do tempo, adquirimos hábitos e posturas incorretas que alteram nosso padrão e modo de respirar. “O modo respiratório correto é o nasal durante o repouso e o oronasal durante a fala”, esclarece Geovana. Respire fundo e pense bem: você está respirando corretamente?


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A respiração é um processo fundamental para o nosso corpo.

Créditos: Divulgação


  • Respiração Torácica: Durante a inspiração, há uma expansão do tórax na sua porção superior. É o padrão respiratório mais utilizado, contudo, menos recomendado, já que exige dos músculos acessórios da respiração, determinando grande gasto energético. Alterações na postura da cabeça e dos ombros, na fonação e alterações vocais podem surgir do uso constante do padrão torácico.
  • Respiração Diafragmática: Através dela, vemos o abdome projetar-se. É a mais indicada, já que o diafragma é o principal músculo da respiração. Oferecendo menor gasto de energia, ela possibilita maiores fluxos aéreos, também aumentando a capacidade pulmonar. A respiração diafragmática permite uma fonação com menores esforços e estimula o desempenho em atividades físicas.


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A respiração diafragmática permite uma fonação com menores esforços e estimula o desempenho em atividades físicas.

Créditos: Divulgação


O Problema da Respiração Oral

Independente da causa que levou o paciente a respirar pela boca, alterações podem surgir no desenvolvimento do crânio e da face, na oclusão dentária e na articulação da fala. Geovana destaca que a imprecisão articulatória e as distorções em alguns sons, como /s/ e /z/, são resultantes de mudanças no posicionamento dos dentes e do enfraquecimento da musculatura orofacial. Além disso, outros prejuízos que um padrão respiratório incompleto pode acarretar são mudanças na postura corporal, insuficiência respiratória, diminuição do rendimento físico, alterações no sono, mau-hálito e dificuldades de concentração e atenção. Para corrigir o problema, é fundamental procurar o auxílio de um otorrinolaringologista, que irá verificar as causas e os tratamentos mais adequados para o caso. “As alterações ocasionadas da respiração oral deverão ser avaliadas e tratadas por equipe multidisciplinar, composta também por fisioterapeuta, nutricionista e psicólogo, de acordo com a necessidade do paciente”, destaca Geovana. A reeducação do modo respiratório é realizada por um fonoaudiólogo, trabalhando conjuntamente com outros profissionais.


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A imprecisão articulatória e as distorções em alguns sons, como /s/ e /z/, são resultantes de mudanças no posicionamento dos dentes e do enfraquecimento da musculatura orofacial. Além disso, um padrão respiratório incompleto pode acarretar outros prejuízos como alteração no sono.

Créditos: Divulgação.


Dicas

O ideal é buscar auxílio profissional para cada caso. Contudo, algumas dicas podem ser úteis:

  • Manter o nariz desobstruído, limpando-o adequadamente;
  • Manter o corpo hidratado, para facilitar a saída das excreções;
  • Em caso de rinite, é fundamental manter os agentes alérgicos sob controle;
  • Inspirar profundamente, em postura ereta, mantendo as mãos nas costelas inferiores, sentindo a caixa torácica se abrir e o abdome expandir, e expirar também pelo nariz, lentamente, é um bom exercício.


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Para quem sofre com a rinite, é importante que se mantenha os agentes alérgicos sob controle.

Créditos: Divulgação.


Mais

A UFSM possui o Laboratório de Motricidade Orofacial, onde estão sendo desenvolvidos dois projetos que atuam na avaliação e no tratamento de pacientes respiradores orais. Os projetos, desenvolvidos com a coordenação de uma fonoaudióloga e de uma fisioterapeuta, estudam as alterações orofaciais e posturais em crianças de 7 à 11 anos.



TOME NOTE: ODONTO EM PAUTA

Buscando atualização na área da Odontologia, a Sobresp-Unicsul trouxe uma nova proposta para os profissionais e estudantes da região. Através da palestra “Terapêutica Clínica Local e Medicamentosa para Controle da Dor de Origem Endodôntica”, a primeira edição do Odonto InFoco abordou atualidades e assuntos de relevância para a área odontológica. Como palestrantes, o evento contou com os cirurgiões-dentistas Francisco Montagner, Mestre e Doutorando em Endodontia pela Unicamp, e Marcia Schmitz, Mestre e Doutora em Endodontia pela Universidade de Pernambuco. O evento, realizado no último dia 16, nas dependências da Sobresp-Unicsul, foi a primeira edição de uma série de palestras gratuitas já programadas para o ano de 2009.


Da boca, a harmonia. Da respiração, o bem estar.

Respirar corretamente é fundamental para a saúde e para a manutenção da qualidade de vida. Mantendo uma respiração correta, evitam-se problemas que vão desde deformidades crânio-faciais até o comprometimento do sono. Muita gente não sabe, mas através de uma respiração pela boca, por exemplo, podem surgir alterações no equilíbrio muscular, o que, na infância, prejudica o crescimento facial estética e funcionalmente. Papai e mamãe, fiquem atentos Quando a criança força a língua para baixo, contra o assoalho da boca, para abrir espaço para a entrada do ar (respirador bucal), há um desequilíbrio entre os músculos, já que é a língua a responsável pela manutenção das forças internas e externas da face. A respiração exerce uma função fundamental no seu desenvolvimento. Havendo alterações no desenvolvimento facial, a estética é comprometida com problemas nas arcadas dentárias e dentes mal posicionados, além de influenciar na qualidade do sono, na postura corporal e até no rendimento escolar. O profissional certo Observando as alterações estruturais, o ortodontista é capaz de detectar os desequilíbrios musculares e a respiração bucal, e propor um tratamento aliando outras especialidades clínicas. “É importante o tratamento interdisciplinar, pois o otorrinolaringologista irá avaliar se há obstruções que podem alterar o padrão respiratório, e a fonoaudióloga irá ‘ensinar’ novamente esta criança a respirar corretamente e a posicionar a língua no lugar correto”, salienta Estela Maris Jurach, ortodontista, especialista, mestre e doutoranda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, também professora na Universidade Federal de Santa Maria. As alterações no respirador bucal são bem evidentes, segundo ela. Contudo, são amenizadas consideravelmente com o tratamento ortodôntico. Os danos funcionais merecem atenção especial: alterações nas cavidades oral e nasal podem comprometer a mastigação, a fonação e a respiração. Fica a dica.


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Os pais devem ficar atentos a qualquer desequilíbrio. Muitas vezes um problema afeta além do sorriso.

Créditos: Arquivo Estela Maris


Do tratamento, a qualidade de vida

Uma das mais completas especialidades médicas, a otorrinolaringologia (ORL) não é grande só no nome. Ela atende uma infinidade de doenças, tanto clínicas quanto cirúrgicas, para todas as idades e desde doenças graves àquelas com pequeno impacto na vida do paciente. Não fosse isso, ela também está relacionada com a comunicação e relação com outros, como explica o otorrinolaringologista do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), Rodrigo Ritzel: “A especialidade envolve principalmente patologias que relacionam as pessoas com outras pessoas (fala e audição) quanto pessoas e meio ambiente (gosto, cheiro e respiração)”.

As doenças mais comuns da ORL são as respiratórias (rinite, sinusite, otites, amigdalite, entre outras), auditivas, na voz, e de equilíbrio:

  • RESPIRATÓRIAS - As relacionadas à respiração são, como falamos, mais comuns no inverno e afetam pessoas de todas as idades. Mas Ritzel alerta que em crianças pode ser mais perigoso, devido ao pequeno tamanho de suas vias aéreas e ao sistema imunológico ainda pouco desenvolvido.
  • SURDEZ – O especialista explica que as principais causas são genéticas, devido à exposição ao ruído, infecciosas, metabólicas e pelo uso de medicamento ototóxico. Além disso, é bem mais comum a perda parcial da audição que a total. Mas segundo o médico, mesmo as pequenas perdas auditivas não tratadas ou corrigidas levam à grande dificuldade de comunicação e relacionamento.
  • DISFONIAS – Disfonia é qualquer anormalidade da voz e pode ter diversas causas, desde um resfriado até doenças graves, como câncer. Ritzel sugere que qualquer pessoa que apresentar disfonia por mais de duas semanas, seja avaliada por um especialista.


Do bem estar, a ausência de dor

Desconfortável sensação

Um dos problemas respiratórios mais comuns no inverno é a conhecida sinusite. Essa desconfortável doença é caracterizada por uma infecção dos seios da face e geralmente vem precedida ou acompanhada de uma inflamação na cavidade nasal (resfriado, rinite alérgica). Por isso, há algum tempo, o termo “sinusite” foi substituído por “rinossinusite”, sendo amplamente difundido. Outras causas menos comuns seriam traumatismos e alterações anatômicas da cavidade nasal. Muitas pessoas não sabem ter a doença por desconhecerem seus sintomas, que são bastante amplos. O médico Douglas Nascimento cita os principais, que são dor de cabeça e sensação de peso na região frontal, obstrução nasal, rinorréia (corrimento do nariz) e tosse, podendo ocorrer também febre e dor de garganta. A falta de um tratamento adequado pode levar à incômoda persistência dos sintomas e tornar a doença crônica. Ou seja, com uma duração maior que 12 semanas. As principais complicações podem surgir devido à propagação da infecção para regiões adjacentes, como a cavidade orbital, meninges e ossos em geral e ocorrem mais comumente em crianças. Por isso é importante evitá-la, e as medidas são simples. Nascimento indica cuidados gerais de higiene nasal e na alimentação e, aconselha que os pacientes evitem ambientes com muita poeira e tenham uma proteção adequada durante o inverno, visando diminuir as chances adquirir resfriados e de precipitar crises de rinite em pacientes alérgicos. Mas se alguns dos sintomas citados forem sentidos, é necessário procurar um médico, para que seja iniciado um tratamento adequado.


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Há algum tempo, o termo “sinusite” foi substituído por “rinossinusite”.

Créditos: Divulgação


Responsabilidade Social

Bate coração

O Revicardio é exemplo de ação em prol do bem estar da comunidade. O projeto criado pela professora e fisioterapeuta Viviane Acunha Barbosa, é desenvolvido pelo curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), sob a coordenação do professor Dr. Sérgio Nunes Pereira.

Iniciado em 2005, o Revicardio tem por objetivo atuar na reabilitação dos pacientes cardíacos, através de acompanhamento médico, nutricional, psicológico, e de profissionais da Fisioterapia, Educação Física e Enfermagem. Com atuação interdisciplinar, o Revicardio conta também com o apoio de estudantes das áreas da saúde envolvidas.


As suas atividades são divididas em três fases:

  • Na primeira, o atendimento fisioterapêutico, durante o pré e o pós-operatório até a alta hospitalar;
  • Na segunda, a ação é individualizada, e dá continuidade para o atendimento hospitalar;
  • A última etapa é realizada em grupos supervisionados pela de Fisioterapia.

Os resultados são vistos através da melhora na recuperação, e trazem independência para a vida diária e melhoras nos índices de glicemia, perfil lipídico e nos parâmetros ergométricos dos pacientes. A equipe responsável pelo projeto baseia-se no conceito de Saúde Coletiva e através de ações não farmacológicas, busca pela via da reabilitação, auxiliar na manutenção da saúde dos cardiopatas, em prol da saúde na comunidade. Além disso, procura proporcionar ao paciente qualidade de vida, atuando nos fatores determinantes no processo saúde-doença.


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Confraternização entre pacientes, acadêmicos e profissionais da equipe Revicardio.

Créditos: Arquivo Revicardio UFSM


Pais & Filhos

Uma das mais importantes preocupações dos pais em relação aos seus filhos gira em torno da manutenção da saúde. Cuidar da alimentação, da saúde e do sorriso dos pequenos é tarefa constante na agenda dos pais, mas que pode ser mais bem exercida se contar com a ajuda da escola. Ciente de seu papel dentro do processo de formação, o Colégio Marista Roque, de Cachoeira do Sul, desenvolve o projeto Horta, que estimula a adoção de hábitos alimentares saudáveis entre os alunos. Além disso, a escola oferece atividades esportivas, como futebol, vôlei e basquete, e modalidades de dança que incluem a dança moderna, o balé e a dança clássica.

Além de estimular a manutenção da saúde dos pequenos, o colégio também atua na prevenção. Através do Seguro Educacional, uma novidade da Rede Maristas para 2009, os alunos da escola têm o benefício da proteção escolar, a continuidade dos estudos e assistência médica em caso de acidentes em atividades escolares. O Seguro Educacional proporciona mais tranquilidade aos pais e responsáveis com relação ao futuro de seus filhos, garantindo o término da Educação Básica na escola e outras vantagens como o seguro material escolar, seguro auxílio-desemprego e assistência médica e hospitalar em caso de acidentes.