Quarta Colônia (162)

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Quarta Colônia

  • Data de Publicação: 27 de novembro de 2009




Especial Cidade & Cotidiano

Nova Palma, a cara do verão

Uma paisagem ímpar, um lugar tranquilo para descansar, uma bela sombra e uma brisa fresquinha. Esse é um dos atrativos que Nova Palma, cidade da Quarta Colônia, oferece à comunidade e aos turistas. Maria Neli Donato Pippi, secretária municipal de Turismo, Cultura e Desporto, é a responsável pelas informações. Conforme a secretária, o município possui um grande potencial turístico, sustentado por belíssimos atrativos naturais e religiosos. Os destaques são o Balneário Municipal Atílio Aléssio - o protagonista do verão -, cascatas, usinas, igrejas, grutas e monumentos, além de 30 capitéis espalhados pelo seu território. Somado a tudo isso, tão pertinho de nós, também ganha destaque o Centro de Pesquisas Genealógicas (CPG), importante arquivo histórico de famílias italianas que colonizaram a Quarta Colônia. Contudo, com os dias quentes cada vez mais frequentes e a proximidade das férias, é mesmo o balneário o centro das atenções. E não poderia ser diferente. Segundo Maria Neli, na sua área existe uma boa infra-estrutura, a disponibilidade de mesas, churrasqueiras individuais e coletiva, lanchonete, água potável, energia elétrica, estacionamento, sanitários, casa do artesanato e de produtos coloniais, além do atendimento em saúde (enfermeira e ambulância de plantão), segurança e salva-vidas na temporada oficial de veraneio. Para ela, o ponto alto é realmente a sombra incomparável e a água limpa. “Possui uma sombra espetacular de cinamomos e amoreiras para uma parada nos dias de sol forte. Além disto, a água do rio Soturno é limpa, devido à característica do rio que desce a Serra Geral, bastante encachoeirado, de corredeiras e com boa mata ciliar”, ilustra.


Entretenimento

A secretária revela que, na margem oposta ao balneário, se conta, ainda com uma área de camping, com aproximadamente 12.000 m², com espaço para cerca de 80 barracas. Um pavilhão coberto com mesas e churrasqueiras, sanitários e locais para banho em duchas, quadras de areia para futebol e vôlei, cancha de bocha, pracinha de brinquedos, locais para lavagem de louça e roupas, iluminação, água potável, estacionamento e portaria para administração do mesmo, são os destaques. O telefone para contato e informações sobre o espaço na temporada é (55) 3266 1660. Para quem não sabe, a travessia de uma lado ao outro do rio se dá por uma faixa de concreto e de uma passarela, chamada de “pinguela”. Uma novidade nesse sentido é que existe um projeto para construção de uma passarela metálica, elevada, de 2m de largura por 65m de comprimento para passagem de pedestres, junto ao Ministério do Turismo. A secretária conta que estão ainda em fase de programação para o veraneio. “Mas com certeza os eventos tradicionais de verão no Balneário, como os Jogos de Verão, o Circuito Verão Gaúcho de Esportes, o Concurso Garota Verão e outros serão mantidos, além de novos eventos que são inseridos”, adianta.


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A água do rio Soturno é limpa, devido à característica do rio que desce a Serra Geral, bastante encachoeirado, de corredeiras e com boa mata ciliar.

Créditos: Arquivo Adm. Municipal


Mais

Na área do balneário também existem algumas cabanas, empreendimento da iniciativa privada, com cabanas mobiliadas e com ótima infra-estrutura para atender os visitantes. Nos finais de semana passam pelo balneário de três a cinco mil turistas.


Outros atrativos

  • Nova Palma tem a Praça central Padre João Zanella, localizada em frente à Igreja Matriz Santíssima Trindade, ocupando uma quadra de 10.000 m². Possui excelente arborização com espécies nativas e exóticas, além de uma ótima iluminação. Totalmente calçada com pedras de basalto, material abundante na natureza do município, canteiros com flores e árvores de floração generosa.
  • Possui pracinha de brinquedos, sanitários, monumentos, área para jogos de cartas e uma quadra esportiva cercada e com grama sintética para a prática de esportes, principalmente à noite nos dias de verão.
  • Nos domingos existem muitas festas religiosas e torneios esportivos, tanto na cidade como nas várias comunidades do interior do município.


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Os atrativos são incríveis. Na fotos, a Cascata Queda Branca e a Gruta Nossa Senhora de Lourdes.

Pesquisa & Realidade

Inventário

José Itaqui*


Werner Jaeger, na obra Paidéia “A Formação do Homem Grego”, ao tratar do “Estado jurídico e o seu ideal de cidadão", comenta: “Para a identificação total de um grego exigia-se não só o seu nome e o de seu pai, mas também o da sua cidade natal (...) A polis “é a fonte de todas as normas de vida válidas para o individuo. O valor do homem e da sua conduta mede-se exclusivamente pelo bem ou pelo mal que acarretam à cidade.”

Vindo para o tempo presente, para os nossos concidadãos, eles na sua grande maioria, estão sendo transformados em espectadores de si mesmos. A tragédia - estilo criado pelos gregos - é que eles nem sequer reconhecem as suas próprias marcas, os feitos dos quais são herdeiros, as referências que dão sentido e rumo as suas vidas, seja como pessoas ou coletividades.

Como falar então de desenvolvimento? Como participar, intervir em processos sociais, se desconheço ou não levo em conta os passos dados pelos que me antecederam, mas, também, os que estão sendo dados neste momento, sejam eles individuais ou coletivos? Como falar em cidadania se nego ou não me reconheço como parte da minha cidade?

Parece que a maior preocupação do nosso tempo é preparar o sujeito do amanhã e não nos damos por conta que ele se faz aqui e agora nas redes sociais que se abrem a partir da casa à cidade e ao mundo. A escola não somente é o espaço de apropriação de conhecimentos sistematizados, mas é fundamentalmente de reflexão e crítica do construído e do que esta sendo projetado como futuro. O salto para o amanhã, sem tocar no chão que me sustenta, responde mais aos interesses de mercado do que da sociedade. Necessitamos sim de formação técnica e científica, de trabalhadores qualificados nos mais diversos campos e níveis, mas, fundamentalmente, de cidadãos comprometidos com a sua cidade. Cidade como espaço de trocas materializadas nas paisagens preservadas e transformadas, nas edificações que marcam os diferentes momentos da história da sua coletividade.

Nos 946 prédios que fazem parte do Inventário do Patrimônio Edificado, atividade do Planejamento Ambiental da Quarta Colônia, podemos encontrar edificações dos mais diversos estilos e épocas. Independente dos materiais, das técnicas construtivas, dos estilos, elas são referências de adaptação, de criatividade e da vontade de fazer da casa mais que um abrigo. Possuímos prédios dos primeiros anos da ocupação portuguesa, da colonização alemã e da italiana. Muitos deles, principalmente casas comerciais e escolas, receberam nos anos 30 e 40 novas fachadas, produto do ascenso social conquistado com muito trabalho. São casas rústicas e sóbrias das primeiras construções que, por mais que o volume e o pé-direito não ajudassem, receberam como adorno, de estilos clássicos, falsas colunas e capteis. Até o art-noveau chegou na colônia por volta dos 40 e 50, e nos 60 e 70 o modernismo chega às residências dos núcleos com as colunas do Palácio da Alvorada.

São estas edificações que o inventário registrou e convida a comunidade para dar-se tempo e revelar. Esta ação põe luz sobre elas e a todos que as descobrirem. São prédios simples em madeira, pedra (basalto ou arenito) ou em tijolos. Teimosamente, elas estão aí, integradas à paisagem, aos cenários rurais e urbanos. Os silêncios de suas paredes despertam sensações, vozes, rostos e cheiros da infância. “Seres e objetos estão, aliás, ligados, extraindo os objetos de tal conluio uma densidade, um valor afetivo que se convencionou chamar sua “presença” (Baudrillard). Presença que não são os tijolos, mas o que elas despertam e clamam por olhares sensíveis de atentos cidadãos. Elas são frágeis, principalmente a vergonha ou a inconsciência de seus herdeiros, reclamam por atenção, gritam por ajuda, adoram a conservação e a restauração. Gostam de serem retratadas em desenhos, aquarelas, óleos, fotografias ou vídeos. Não importa a tecnologia desde que seja para ressaltar, para por em evidencia a beleza que preservam.

Este inventário não é Lei e tão pouco está fechado. Ele não define uma escala de valores estéticos, apenas identifica prédios com características construtivas e arquitetônicas de diferentes períodos da nossa região. É um documento aberto a novas informações que busquem enriquecer cada prédio inventariado. Sobre este acervo documental é que os proprietários e a sociedade, por meio dos governos locais, poderão concertar políticas públicas de incentivo a proteção e à preservação do patrimônio edificado da Quarta Colônia.


Secretário Executivo do CONDESUS condensus@quartacolonia.com.br



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As edificações que o inventário registros e convida a comunidade para dar-se tempo e revelar as que estão integradas à paisagens, dos cenários rurais e urbanos. Os silêncios de suas paredes despertam sensações, vozes, rostos e cheiros da infância.

Créditos: Divulgação



Quarta Colônia Viva

Polêsine e seu panorama rural

É o arroz irrigado o protagonista no cenário agrícola de São João do Polêsine. A condição se dá em função da área plantada (2.000 hectáres) e da alta tecnologia aplicada. As informações são de Assis Cadore, agricultor e secretário municipal da Agricultura, Indústria e Comércio do município, e Enilce Rossarola, engenheira agrônoma, oficial administrativo na prefeitura.

Eles revelam que os produtores, hoje em torno de 150, estão constantemente buscando informações em cursos, seminários e palestras. “Aperfeiçoamento é palavra de ordem”, resume o secretário. Depois do arroz irrigado, soja, milho e fruticultura assumem o posto de alternativas mais importantes. Na fruticultura, onde se vem investindo esforços nos últimos anos, ganham destaque a banana, videira, citros, caqui, pêssego, figo, abacaxi, amora e maçã. “Já atingimos 60 hectáres cultivados com fruticultura, a grande maioria de forma agroecológica (em torno de 25 produtores)”, conta Enelci. “Além das frutas ‘in natura’, o município produz e comercializa geléias, doces em calda e um grande número de produtos à base de banana”, finaliza Cadore.


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Arroz aparece em primeiro lugar.

Créditos: Divulgação/doisac.com


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Na fruticultura, onde se vem investindo esforços, a banana é destaque.

Créditos: Divulgação/doisac.com



Nossa gente, Nossa Atitude

Recordar é viver

Marlete Lourdes Vizzotto, enfermeira, 54 anos, é a cara da região nesta edição. Natural de São João do Polêsine, ela conta que a sua terra é sua maior referência. “Os valores que trago comigo foram aprendidos em Vale Vêneto, passados por meu pai e minha mãe, não de maneira verbal, mas com exemplos de vida, com atitudes de respeito, trabalho, dedicação e luta”, lembra.

Ela saiu de Vale Vêneto para cursar faculdade em Santa Maria. “Mas o meu objetivo desde então era voltar para minha terra ou então morar em uma cidade que pudesse me proporcionar toda a qualidade de vida adquirida em Vale Vêneto, e eu sabia que isso não seria possível na cidade grande”, revela emocionada. A enfermeira, devido a questões profissionais teve de morar em São Vicente. No entanto, procurou lá o mesmo sentimento. “Aqui a vida é um tanto parecida com a que eu tinha na infância, os vizinhos se conhecem pelo nome, mateamos no final da tarde e eu posso deixar minha filha brincar ao ar livre com os amigos, assim como meus irmãos e eu fazíamos no Vale”, diz Marlete.

Ao lembrar da infância, ela revela que o período foi muito humilde e que, na época, as crianças tinham apenas a opção de estudar no Colégio de Freiras. “Lá era exigido que usássemos uniforme e que ele estivesse sempre em condições. Por isso íamos para a escola muitas vezes descalços e só colocávamos o sapato que compunha o uniforme quando chegávamos em sala de aula, para que o mesmo não fosse sujo na estrada de terra”, conta. Marlete revela, ainda, que não imaginava que um dia lembraria desse fato com tanta saudade. “Até hoje, quando está reunida com os amigos de infância, relembra a imagem da criançada correndo feliz para a escola, cada um com seu sapatinho dentro de uma sacola e um montão de sonhos dentro do coração”, completa.

Ela volta ao Vale sempre que pode e tem irmãos e parentes que ainda moram lá. “Além de amigos muito queridos”, diz a saudosa, que ainda ilustra um pouco de seus passeios até a terra de origem. “Vamos sempre para prestigiar as festas tradicionais e, pelo menos uma vez a cada dois meses, para rever os amigos e parentes”.

Quando questionada sobre qual seria a palavra para definir Vale Vêneto, ela é taxativa: incomparável. “O vilarejo é repleto de belezas naturais e deixo a dica para que os visitantes dêem uma passadinha no calvário, na Igreja, no Colégio de Freiras e no Seminário, e que façam o caminho da gruta, que é muito bonito, e claro, que não deixem de experimentar as cucas e os angnolines, que são vendidos na pousada”, recomenda.


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“Vale Vêneto é incomparável”.

Créditos: Arquivo pessoal


Acontece

Quem dança os males espanta

Dança de salão e folclore têm sido destaque na região da Quarta Colônia. O responsável é Valtair Vasconcelos, especialista na área. Diretor da Escola de Danças e Etiquetas, com sede em São Sepé, ele concedeu um pouco de seu tempo à equipe do Caderno Quarta Colônia e falou sobre os grupos organizados que atende na Quarta Colônia há 5 anos. Vasconcelos começou a trabalhar em 1984 com dança gaúcha em Centros Tradicionalistas Gaúchos (CTGs), e realizou e ministrou o seu primeiro curso de dança de salão já em 1988. De lá para cá não parou mais. “Numa aula de dança em Santa Maria, encontrei alunos que são da Quarta Colônia e, através destes contatos, fui motivado a montar trabalhos em diversas cidades da região, envolvendo muitos alunos, criando projetos para prefeituras, seminários em escolas, cursos em clubes, associações e eventos para grupos da melhor idade”, conta. Entre as atividades na Quarta Colônia, o especialista destaca eventos na cidade de Restinga Seca a convite da prefeitura municipal, um curso regular de danças de salão, de níveis iniciante e intermediário, em Faxinal do Soturno, além de workshops e dança de salão infantil. Em Agudo, neste ano, a alegria e o encanto da dança foram direcionados aos idosos, a mostras coreográficas e a programas sociais. “Costumo dizer que é preciso ter em mente que para dançar é necessário tirar um tempo para este importante momento e ter persistência, acreditando que todos dançam, mas nem todos conseguem dançar bem, e para melhorar a sua dança, iniciativa é com certeza o primeiro passo”, dá o recado Vasconcelos. Entre o bolero, sertanejo e forró universitário, samba de gafieira, ritmos gaúchos, bandinhas, tango de salão, milonga porteña, salsa e merengue, entre outros ritmos, na Quarta Colônia fazem sucesso a fomosa bandinha e os chamados ritmos do bailão.


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Créditos: Arquivo pessoal


Agenda

Programação diversificada encerra a Semana Municipal de Faxinal

Neste final de semana, encerram as festividades da 20ª Semana do Município de Faxinal do Soturno. Após uma semana cheia de atividades, o evento vai chegando ao seu final. No sábado (28), acontece o 2º Passeio Ciclístico, com saída às 14 horas, da Praça Vicente Pallotti. À noite, os faxinalenses conferem o show do Bike Session Show, atração nacional que se apresenta no Ginásio Municipal. Já no domingo, a banda Simfolia sobe ao palco para animar Faxinal do Soturno, às 19h30min, também na Praça Vicente Pallotti. Já na segunda, dia 30 de novembro, o município ganha um novo espaço de convivência, o Centro de Eventos Galpão Crioulo.


  • Bike Session Show - O Grupo Bike Session Show vem da cidade de Toledo, no Paraná. A mescla de esporte e entretenimento é a base do show, que agrega produção, trilha sonora, visual, coreografia e emoção. O nome da modalidade do espetáculo é Flatland, ou seja, manobras com bicicletas aro 20 no solo. A atração fica por conta do equilíbrio, beleza e dificuldade das performances que transmitem ao público encanto e surpresa. A apresentação começará às 20h30 min e tem entrada franca.


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A trajetória de nove anos dos integrantes do grupo que se apresenta em Faxinal já rendeu reconhecimento nacional e prêmios. São mais de 500 apresentações por todo o Brasil e dois títulos de campões no quadro “Se vira nos 30”, do programa Domingão do Faustão, da Rede Globo.

Créditos: Divulgação


  • Educação - Nem só de entretenimento o sábado é cheio. A temática “Metodologias de Ensino: propostas e desafios” é o assunto do I Seminário de Licenciaturas da UAB, que acontecerá durante todo o dia 28 de novembro, no Clube Cruzeiro, dentro da programação da semana municipal. O objetivo do encontro é estabelecer um diálogo entre licenciaturas no âmbito de políticas públicas, experiências e pesquisas, voltadas ao contexto da educação atual. A demanda da proposta parte do contexto institucional do Polo da UAB de Faxinal do Soturno, que oferece cursos de licenciaturas em Física, Pedagogia e Letras - Português. A intenção é criar um espaço para a apresentação de projetos de pesquisa e propostas de trabalho, representando as possibilidades e desafios do ensino no contexto atual.


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Estarão presentes no Seminário acadêmicos e professores da UAB e também de outras instituições de ensino.

Créditos: Divulgação


Futebol de Bombacha em Silveira Martins

A secretaria de Cultura,Turismo, Desporto e Eventos de Silveira Martins realiza o I Futebol de Bombacha de 2009. A diretora de Turismo, Cássia Fabrício, é idealizadora do evento que acontece domingo (29), a partir das 16h. “O evento é diferente e o estímulo à paixão pelo tradicionalismo o principal ingrediente”, diz ela. Os participantes têm idades variadas e indumentária exigida é a típica bombacha. A segunda edição do evento já tem data marcada – dia 20 de dezembro, dentro da Semana do Município.