Logo que o modelo de consumo atual foi criado, a partir da chamada “revolução industrial”, na segunda metade do século XVIII, o que se sabia e, por que não dizer, se esperava do “cliente” ou “consumidor” era um comportamento totalmente diferente deste que podemos observar no século XXI.
Durante muito tempo, muito mesmo, já que o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor, por exemplo, foi criado apenas em 1990, o cliente teve pouca ou nenhuma voz, permitindo que as empresas se comportassem de maneira autoritária, despreocupada e arrogante.
O conceito de que “o cliente tem sempre razão”, só fez-se presente na nossa sociedade há algumas décadas e, quando as empresas notaram que os consumidores tinham sim poder de escolha, que os mesmos estavam cada vez mais atentos aos detalhes e custo-benefício dos produtos e serviços, e o que é melhor, que não existiam mais “marcas absolutas”, mas que todas (ou a maioria) disponíveis no mercado ofereciam produtos similares em qualidade e funcionalidade, aí então a propaganda passou a fazer parte de maneira bem mais íntima do cotidiano das organizações e dos consumidores, que passaram a receber uma enxurrada de informações (nem sempre relevantes) sobre porque preferir o produto “A” em detrimento do produto “B”.
Esse ritual de passagem foi um marco tanto para a comunicação empresarial quanto para os consumidores que não estavam acostumados a receberem tratamento V.I.P., porém, mais uma revolução na relação empresa x consumidor está chegando e promete inúmeras mudanças neste cenário.
Estou falando do conteúdo. As grandes empresas já perceberam e estão adaptando-se a este novo comportamento do consumidor, afinal, o cliente já está farto desta avalanche de informações enviadas de maneira aleatória; o consumidor está, cada dia mais, sedento por C-O-N-T-E-Ú-D-O.
Isso mesmo, muito mais do que entender como o produto funciona, ou como o serviço pode ajudá-lo, o cliente deseja saber qual o processo de criação daquela peça, se é ambientalmente correta, se respeita a legislação, se parte do valor da compra será revertido para fins sociais, se existem meios adequados para o seu descarte após o uso, se a empresa cumpre com seu dever fiscal e etc etc etc. E muito mais valioso do que ter estas informações passadas de maneira simpática, o consumidor quer vê-las sendo passadas de maneira séria, credível e transparente.
É por isso que a Dois AC acredita no conteúdo e trabalha para que os seus clientes tenham a possibilidade de “conversar” com o público de interesse de maneira esclarecedora e comprometida, e para isso a empresa utiliza todos os meios disponíveis: mídias sociais, releases, eventos, house organs, coletivas de imprensa e, principalmente, mantém as páginas na web atualizadas constantemente com temas relevantes e cheios do nome da vez: o disputadíssimo Conteúdo.
Texto escrito por Camila Meinen
Gerência de Produção de Conteúdo Comercial e Eventos