O rock influencia gerações desde seu início no final da década de 40 e está eternizado pelas histórias de quem o ouve no dia-a-dia. Aqui na Dois foi lançado o desafio e as meninas contaram suas histórias e sua relação com esse estilo musical.

Quanto a mim, o rock me resgatou das garras do pop. Minhas influências até a adolescência sempre foram as boy bands e divas pop. Eis que um dia, Britney Spears lança um clipe com roupa de couro e muitas guitarras. Era a versão de “I love rock’n’roll” da ex-Runaways Joan Jett. Não teve jeito. A fúria, a força, a atitude da Joan me conquistou. Da Joan fui para Runaways, depois para outra ex-Runaway Lita Ford e daí para o rock anos 80. Aerosmith, Guns N’ Roses e Van Halen tomaram o lugar dos Backstreet Boys e com eles eu fui crescendo. Hoje, não consigo mais passar o dia sem ouvir um bom e pesado riff de guitarra. Britney cantando que ama rock é só uma passagem da minha vida que até dou risada. Agora, encho minha cabeça e meu coração com os versos de Neil Young: “Hey, hey, my, my, rock n’ roll will never die”.

“Eu e os meus estilos musicais”, por @alinemerladete

Sempre eclética! Sempre animada! Sempre pronta para ouvir algo que dê sentindo aos meus sentimentos e possa embalar os meus dias. E com o Rock é exatamente assim! O estilo, através de amigos, começou a fazer parte da minha vida há pouco tempo. Entretanto, veio para ficar! Hoje, no dia mundial do Rock And Roll, a banda que me faz ter mais paixão por este gênero é o U2. E para o dia do Rock, todos esperamos que seja um Beautiful Day!

“O Rock entrou em minha vida!”, por @lucibailaora

Influenciada pela família, nunca me aproximei muito do rock, devo confessar. Mas, há mais ou menos de dois anos pra cá, o rock, mais especificamente o metal, passou a fazer parte da minha vida. De mera ouvinte passiva à consultora de dicção do vocalista da banda (letras em inglês, obviamente), hoje já bato o pezinho e balanço a cabeça quando ouço alguns riffs de guitarra. Devo confessar que simpatizo mais com AC/DC, apesar de toda a influência trash metal que recebo diariamente, rsrsrs!  Have a Hard Rock ‘n’ Roll Day!

“A minha inspiração da adolescência”, por @marinnasg

Sim, eu era uma adolescente diferente. Ao invés de gostar de Pink, Avril Lavigne e N’Sync – febres da época, eu passava as tardes ouvindo Cazuza e Legião Urbana. A poesia desses dois brasileiros embalou meus sonhos e anseios durante boa parte da minha adolescência. Um rock lindo, sincero e atemporal. Eis que um dia descubro o – quem sabe – real motivo da minha paixão por Cazuza e Legião Urbana: minha mãe foi aos dois shows, em Porto Alegre, enquanto estava grávida de mim. Então, vi que não teria como não amar os dois, pois foram os primeiros shows que tive o privilégio de assistir, e de camarote!

“Esse tal de roque enrow”, por @fcoutorostan

Ah, os anos 80! Para mim é uma década especial, primeiro porque eu nasci, lógico (a modesta), mas as músicas desta época sempre me agradaram. A culpa é toda da minha irmã, adolescente neste período, que me obrigou a crescer ouvindo muito RPM, Cazuza, Paralamas, Legião Urbana, Nenhum de Nós, enfim, os grandes astros brasileiros da vez.

Porém o amadurecimento deste gosto veio nos anos 2000, quando as rádios e TV’s ofereciam outros estilos musicais, os quais os meus ouvidos não se agradam. Com um incentivo forte dos amigos, de uma certa casa de paredes verdes e daquele ambiente onde tem uma catacumba, ele tomou conta da minha vida por completo. Algo do tipo, café da manhã com The Beatles, trabalho com The Who, happy hour com The Cure, canção para ninar por Elvis Presley e festas com a Rita Lee (boas companhias, não acham?). E nos dias mais felizes da minha vida, esse gênero musical não podia ficar de lado. Isso significa receber o diploma da graduação ao som de Mutantes e casar sob a musicalidade de Los Hermanos. Um planeta, um deserto, uma bomba que estourou? Não, esse tal de roque enrow.

 

@lucianaminuzzi