Uma coisa é fato: a era digital trouxe consigo grandes mudanças na forma como as empresas se comunicam. A gente talvez pense pouco sobre, hoje, porque estamos imersos, justamente, nesse contexto.
Mas, por incrível que pareça, estar conectado não é suficiente. No caso das Relações Públicas, por exemplo, vivemos uma interação diversa com o nosso público. E não estamos falando (pelo menos não só) de blogs, redes sociais e aplicativos móveis. Estamos falando de preocupação com qualidade e relevância, não só de conteúdos, mas de estratégia para isso e muito mais.
A cultura digital traz grandes oportunidades para as empresas alcançarem seus objetivos de comunicação, mas também requer que os profissionais de Relações Públicas estejam constantemente atualizados. A utilização da mídia digital, aliada ao bom senso e à criatividade, pode ser uma grande vantagem para as empresas. Ocorre que, diferente do que muitos profissionais e empresas pregam, digital não é meramente perfil e/ou páginas em redes sociais e muito menos cronograma de postagens. Lançar mão do digital, estrategicamente, é educar interna e externamente a organização para o melhor proveito disso.
A verdade é que a educação é a base para o desenvolvimento de qualquer indivíduo, e isso também se aplica às empresas. A cultura digital é cada vez mais importante para o sucesso de qualquer organização. Uma vez que os colaboradores são educados sobre as tecnologias digitais, eles podem usá-las para melhorar os processos de negócios, otimizar a produtividade e aumentar a satisfação do cliente. Por exemplo, a educação corporativa, atrelada à cultura digital, pode melhorar não só a performance frente à gestão de projetos, aplicativos de comunicação e outras ferramentas online, mas a entender o significado disso no cumprimento das metas e, por conseguinte, o papel quando o assunto é alinhamento estratégico.
A educação para cultura digital, a partir do olhar de Relações Públicas, pode ter diferentes e impactantes faces: da contribuição das redes sociais para a marca da empresa até à criação de relacionamentos com clientes e conexão com grandes mercados. Sem rodeios, é uma questão de filosofia organizacional.