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Santa Maria do meu Sonho

De Wiki.dois

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Santa Maria do meu Sonho

  • Data de Publicação: 14 de maio de 2009



Tabela de conteúdo

Santa Maria do meu sonho

Da boca do monte para o mundo:

  • Cidade cresce e aparece

O céu é o limite:

  • Anônimos ilustres falam sobre suas expectativas




Cento e cinquenta mais 1

O coração do Rio Grande está em festa. E não podia ser diferente. No próximo dia 17, a cidade completa 151 anos. Com uma história e tanto, a dada cidade cultura, universitária, dos militares e por aí vai, volta os seus olhos para o futuro. Dos moradores antigos, àqueles que mais sabem sobre a vocação varejista e a profissionalização do comércio, aos mais novos, que têm na inovação uma palavra de ordem, o sentimento de orgulho é comum. Em homenagem àqueles que fizeram da nossa terra o que ela é hoje, aos que continuam a construí-la e aos que vêm para cá porque nela enxergam o progresso, vamos falar de um passado que remete futuro promissor, de planos e da crescente vontade de prosperar sempre. Santa Maria do meu sonho está recheada de cultura. Pare, leia e pense você na Santa Maria do seu sonho.


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Santa Maria: Pode entrar. A cidade exerce importante papel estratégico na defesa do País, na difusão de conhecimento, tecnologias e religiões, na interação com outros países do Mercosul, na distribuição da produção, e no comércio regional.

Créditos: Divulgação


Apagou pelo bem

Ajudar a salvar o planeta. Foi com essa missão que em março Santa Maria aderiu à “Hora do Planeta”. Alguns prédios públicos da cidade ficaram às escuras por cerca de uma hora. Não foi nenhum “blackout”, mas sim um ato simbólico autorizado pela administração municipal para demonstrar sua preocupação com o meio ambiente. Algumas residências seguiram o exemplo e fizeram a sua parte. Lorena Souza, dona de casa, conta como agiu: “Incentivados pelas nossas filhas, eu e meu marido resolvemos ficar no escuro. Foi apenas uma hora, que somada a outras em outras casas, pode ter feito a diferença”, relatou ela. Com esta ação, que marcou o dia 28 de março deste ano, Santa Maria promoveu sua parcela de força e contribuiu com o movimento promovido pelo WWF-Brasil, que mobilizou a população contra o aquecimento global e as mudanças climáticas. Ao todo oito pontos da cidade tiveram as luzes apagadas: Bombril, calçadão (1ª quadra), Casa de Cultura, Igreja Dores, Igreja Medianeira, Catedral, Igreja Anglicana e Câmara de Vereadores.


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Lorena conta que participou do movimento.

Créditos: Liana Merladete


De trás para frente

Passado é passaporte para futuro promissor

A cada museu visitado, uma porta do passado é aberta. O museu proporciona a preservação do patrimônio cultural e a valorização da identidade de um povo. E mais: o entendimento sobre o presente e a motivação para a construção de um futuro valioso. Para quem não sabe, em Santa Maria há 15 instituições que integram o Sistema Municipal de Museus. E uma delas possui o maior acervo do Rio Grande do Sul, com 53 mil peças: o Museu Vicente Pallotti. Ele foi fundado em 1935 e até 1998 era uma espécie de depósito, com um acervo variado e mal conservado. Desde então, foi iniciado um processo de higienização e pesquisa dos objetos. O trabalho é tamanho que, até hoje, mais de 10 anos após seu início, ainda não foi totalmente reformado. Mesmo assim, muito já pode ser visitado. Entre o acervo, podem ser encontradas lanças do período da Revolução Farroupilha, objetos da cultura barroco-missioneira, que datam dos séculos XVII e XVIII e foram tombadas pelo patrimônio Federal, e até mesmo um fóssil de 600 milhões de anos, encontrado no Paraná. Danieli Sanches, uma das responsáveis pela mudança no museu, explica sua importância, principalmente na área paleontológica. Ela comenta que é comum a vinda de pesquisadores de países europeus e norte-americanos. E completa, afirmando que o acervo, em crânios, equipara-se ao do Museu de História Natural do Rio de Janeiro, referência no assunto. Tá aí uma dica que promove o passado, mas dá à Santa Maria ares de futuro no quesito cultura.


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Essa é apenas uma das nove salas estão disponíveis para visitação.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


Referência em Paleontologia

O que muitos não sabem, é que grande parte dos fósseis expostos no Museu Vicente Pallotti foram encontrados na nossa região, nas chamadas Formação Santa Maria e Formação Caturrita. A região é assentada sobre rochas do período Triássico (de 250 a 208 milhões de anos), e é de extrema importância para paleontólogos do mundo todo. Atila Rosa, professor da UFSM, explica que pesquisadores encontraram aqui, em 1936, fósseis de um dinossauro que pode ser o espécime mais primitivo do mundo. Ele, chamado de Staurikosaurus pricei, disputa o posto com outra descoberta na Argentina.


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Rosa acredita que o potencial ainda seja enorme, já que a nossa vizinha, a Quarta Colônia, tem apresentado intrigantes fósseis novos.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann

Cultura para sempre

Do livro, o despertar do sonho

Ao contrário das especulações de que as novas tecnologias e a internet tornariam os livros obsoletos, a Feira do Livro de Santa Maria atrai cada vez mais o público, além do crescente número das vendagens. Criada em 1973 pelos alunos do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a feira busca, a cada ano, incentivar a leitura de pessoas de todas as idades, além de promover e homenagear escritores locais. Quem fala sobre o assunto é Cristina Jobim, umas das organizadoras da feira. O seu envolvimento começou em 2001, através do curso de Comunicação Social da UFSM. A paixão pelo evento foi tamanha, que após finalizar o curso, continuou envolvida. Cristina afirma que desde 2001 foi registrado um aumento nas vendas de livros de aproximadamente 10%. E ao que tudo indica, neste ano o crescimento também alcançou índices surpreendentes.


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No último dia 04 foi anunciando que a marca já era de 25 mil livros vendidos. O registro é referente até às 22 horas de 03 de maio. Entre as histórias mais procuradas fizeram sucesso A Cabana, de Willian P.Young, A Fada Belinha, da santa-mariense Onilse Pozzobom, Eclipse, de Stephenie Meyer, Isadora no Parque Encantado e Outras Historinhas, de Auri Sudati e Leite Derramado, de Chico Buarque.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann

Imortais

Criada em 2006, a Academia Santa-Mariense de Letras é composta por poetas, escritores e ensaístas, com a intenção de valorizar a sociedade e os literatos de Santa Maria. Desde sua criação, ela caminha de mãos dadas com a Feira do Livro da cidade, através do lançamento de obras pelos membros da academia. Este ano não poderia ser diferente, e o grupo lançou o livro “Academia em prosa e verso”, com 64 textos de autoria de seus associados, além de participar do Circuito Elétrico, atividade promovida pela feira. Para a presidenta da Academia Santa-Mariense de Letras, Lígia Militz, a existência do grupo legitimou ainda mais o traço intelectual e literário da cidade, demonstrado pela feira, que estimula crianças, jovens e adultos para o prazer da leitura, oportunizando a aproximação entre leitores e escritores. É ou não é uma honra premiar o futuro com esse tipo de registro?


Santa Maria FAZ Cinema

A relação entre Santa Maria e a sétima arte se mistura com a história da cidade. É antigo este relacionamento, que remonta às saudosas salas de cinema do Glória, do Glorinha, do Imperial e do Independência. Iniciativas como o Clube de Cinema de Santa Maria, fundado em 1950 por Edmundo Cardoso, mostram que não é de hoje a paixão da Cidade Cultura pela magia do cinema. Outro exemplo dessa tradição do cinema aconteceu na década de 1980 com os ciclos de cinema promovidos no Cine Glorinha, pela Cesma, através do Cineclube Lanterninha Aurélio. Toda essa trajetória foi fundamental para estreitar os laços e para incluir Santa Maria no circuito de produção em audiovisual.


  • Evolução - Hoje, Santa Maria conta com grandes expressões dentro do cenário da sétima arte. Desde 2002, acontece anualmente o Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC), organizado pela ONG que leva o mesmo nome. “A entidade surgiu para podermos organizar o festival e promover ou apoiar outras atividades durante todo o ano, assim como defender o acesso do público ao cinema brasileiro”, afirma Luiz Alberto Cassol, diretor geral do Festival SMVC e diretor Administrativo da ONG SMVC. Anualmente, todos os integrantes da ONG participam da produção e organização do festival, e logo que o festival termina, iniciam os preparativos para o ano seguinte. “Nas reuniões da entidade, fazemos avaliações de acertos e erros, e começamos a encaminhar a próxima edição.”, salienta Cassol. É relevante destacar que em 1996, foi criada a TV OVO, entidade não lucrativa que visa o desenvolvimento da cultura do audiovisual, aumentando o número de técnicos nas produções locais. Outra data importante é o ano de 2002, quando a Associação de Profissionais de Cinema, a Estação Cinema, foi criada, estabelecendo importantes parcerias em prol da divulgação da produção local. “Em 2008, foi lançado o DVD Estação Cinema Vol. 01, com 11 produções da cidade. Este DVD tem tido grande aceitação do público, fazendo parte do acervo de várias locadoras da cidade”, afirma Cassol. Outro bom sinal de crescimento na produção audiovisual são os números de inscritos da mostra local do festival SMVC. “Em 2002, na primeira edição do festival, tínhamos seis produções locais inscritas, depois o número foi aumentando, e nos últimos três anos, nunca é menor que vinte inscritos”, completa o diretor do festival.
  • Novidades – Os espectadores podem esperar grandes novidades para a edição deste ano do SMVC. A idéia é manter a consolidação já conquistada, aumentando o público participante. Para isso, nesta oitava edição, a Mostra nos Bairros, iniciada em 2008, será ampliada, e novas estratégias de divulgação serão adotadas para expandir o debate e a participação popular. Para o futuro da cidade, a idéia é ampliar o acesso. “O caminho passa sempre pela democratização do acesso das pessoas aos bens culturais. Isso é uma busca constante, e é nesta busca que vamos prosseguir”, finaliza Cassol.


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Os espectadores podem esperar grandes novidades para a próxima edição do SMVC.

Créditos: Arquivo Pessoal


Santa Maria na grande tela

A produção audiovisual santa-mariense traz nomes importantes, como o do saudoso Sérgio Assis Brasil e seu filme “Manhã Transfigurada”, lançado em 2008 no Festival de Gramado. Outro nome marcante no cenário local é o de Rondon de Castro, professor do curso de Comunicação Social da UFSM, responsável pela produção do longa “Hamartia – Ventos do Destino”. Ainda em produção, o filme é resultado da parceria entre a UFSM e a FAB, contando com produção majoritariamente local. A trilha sonora, por exemplo, é produzida por Gerson Rios Leme, compositor santa-mariense. Também participam da produção estudantes dos cursos de Desenho Industrial, Comunicação Social, Arquitetura e Urbanismo, Filosofia, Psicologia, entre outros. Dificuldades na produção em cinema existem em âmbito nacional, devido especialmente a inexistência de uma indústria de cinema. “Ao mesmo tempo que temos uma produção crescente de audiovisuais, devido ao barateamento do equipamento, empacamos no conteúdo e na divulgação”, destaca Castro. Em Santa Maria, o principal obstáculo é, para ele, a visão conservadora da cidade, que reluta em apoiar a produção local. Superando estas dificuldades, “Hamartia – Ventos do Destino” terá suas gravações concluídas ainda neste ano. “Se tudo se cumprir, devemos lançá-lo no próximo ano, no final do primeiro semestre”, adianta Castro.


Santa Maria como eu quero

Anônimos ilustres amam a cidade

Com profissões totalmente diferentes, um gosto em comum: Santa Maria. Para eles, a boca do monte já é a cidade de seus sonhos. Um é dos números e o outro é das letras. Um trabalha no escritório e o outro na rua. Mas ambos escolherem o município para viver. Márcio da Silva trabalha há seis anos como estátua viva por aqui. Todo dia ele troca uma mensagem de motivação por uma moeda no calçadão. “Já morei em várias cidades, passei por vários estados, mas nenhum lugar me recebe como aqui”, diz ele vestido de agricultor e todo pintado de prateado. Seu Egídio, por outro lado, veio de perto: Restinga Seca. Graduou-se, especializou-se e deu aula na cidade. Formou dois filhos e é conhecido como pela sua simpatia na frente de umas das gerências do Banrisul. “Foi aqui que cresci enquanto profissional e é aqui o lugar que me motiva a continuar todos os dias respirando o conhecimento que só essa terra tem igual”, diz ele.


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Eles são apenas dois entre muitos outros moradores que não trocam Santa Maria por outra cidade.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


MINHA CIDADE DOS SONHOS

“Sonho com uma Santa Maria que reflita a consciência daqueles que estão por aqui só de passagem. O fato de deixar a cidade não justifica tratá-la com descaso e desrespeito, o que podemos ver diariamente em atos que depredam o espaço público. É injustificável um acadêmico de curso superior jogar lixo no chão, por exemplo.”

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Henrique Coradini, estudante de Jornalismo da UFSM

Créditos: Arquivo Pessoal


“A Santa Maria dos meus sonhos é a Santa Maria que investe nos esportes, com oportunidades para que os jovens mostrem o seu potencial e possam crescer através dele. Acredito que o esporte, além de manter o corpo saudável, ajuda a manter a mente saudável, afasta os jovens da criminalidade, abrindo novos horizontes para quem se dedica a ele. Na minha Santa Maria, o esporte seria uma fonte de investimento para uma cidade desenvolvida e mais saudável”.

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Mirela Sangoi Barreto – Estudante de Odontologia e atleta da equipe de handebol da UFSM.

Créditos: Arquivo Pessoal



Empreendedora sim

Santa Maria pelos olhos dos empreendedores

  • Vestindo as casas da cidade: A Abitare Interiores também está na lista das empreendedoras. Jones Caldas Júnior, diretor da empresa conta o porquê: “A empresa está no mercado desde 1993 e até o ano de 1998 atuou exclusivamente no segmento de colchões como revendedor autorizado de uma marca pioneira no setor”. Ele revela que escolheram Santa Maria por ser uma cidade chave para a distribuição dos produtos para municípios vizinhos já que operavam também no atacado. A partir daí, através de novos investimentos no negócio, a empresa passou a atuar com uma nova marca e especializou-se no ramo de móveis de linha alta e artigos de decoração de interiores.

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“Apesar de ser natural de Passo Fundo, tenho paixão por Santa Maria, pois aqui passei minha infância e desenvolvi uma atividade familiar”, revela Caldas Júnior.

Créditos: Arquivo Pessoal


  • Tecnologia pela saúde: O dia 23 de abril foi especial para a cidade. Foi lançada a Clínica de Radioterapia Santa Maria, no hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo. O espaço possui alta qualidade e tecnologia na área, sendo único na região. Com isso, Juarez Chieza, médico e um dos sócios da Clínica, vê entre as vantagens, o benefício para os pacientes, que não precisarão mais viajar para realizar o tratamento.

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O evento, além de render emoção aos presentes marcou a primeira página de uma história de esperança e cura.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


  • Desenvolvimento: A unidade de Santa Maria da Sociedade Brasileira para o Ensino e Pesquisa (Sobresp) é mais um exemplo que enxergou o potencial da cidade. De acordo com Áureo Loreto, cirurgião dentista, diretor da instituição, a empresa iniciou sua história em 2001, sendo a primeira instituição de ensino a trazer cursos de pós-graduação em Odontologia para a cidade. Hoje a empresa atua no ramo do ensino e da saúde e além dos cursos, possui atendimento odontológico através de uma equipe capacitada.

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Loreto afirma que Santa Maria chamou atenção devido sua localização e fácil acessibilidade para os profissionais. “Santa Maria me acolheu na minha formação profissional. Nada melhor que nessa mesma cidade promover o desenvolvimento”, resume ele.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


  • Educação e prevenção: Wilson Roberto Juchem, diretor médico da Clínica de Vacinas Multivacin revela um pouco desta que, há 14 anos, evolui junto com a cidade. E, ainda, conta um pouco de suas percepções sobre o município. Acerca da clínica, Juchem relaciona o sucesso do empreendimento a mais benefícios para a comunidade santa-mariense: “Neste tempo, a clínica fez parte da qualificação dos serviços de saúde privados ao oferecer a nossa população e da região os mais atuais avanços na área de vacinas”. Sobre sua relação com a cidade, o médico diz sentir-se agradecido a todos aqueles que foram responsáveis por fazer de nossa cidade o que ela é.

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Juchem deixa um recado: “Poderíamos sonhar com uma Santa Maria que priorizasse a medicina educativa e preventiva. Acreditamos que esta seria a forma mais econômica e eficiente para não só obtermos resultados como também desafogarmos a demanda por serviços hospitalares”.

Créditos: Arquivo Pessoal


  • Da terra: A Ouvesom é outra empresa que prima pelo empreendedorismo. No mercado também há 14 anos, possui filial em Porto Alegre e vários distribuidores pelo Estado. Mas Santa Maria tem um valor especial. “Mesmo atendendo a várias localidades, Santa Maria é a nossa sede. É aqui que tudo acontece. Foi aqui que começamos e é aqui que temos o maior reconhecimento pelo nosso trabalho”, diz Paula Beltrami, sócia-proprietária da empresa.

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Para Paula, bons profissionais sempre têm espaço no mercado da cidade e a sociedade sabe valorizar o que é daqui.

Créditos: Arquivo Pessoal


  • Sonho e realidade: Carmen Mauricio, gerente administrativa da Casa Cor Tintas escolheu Santa Maria para viver e mais: para realizar o sonho do próprio negócio. “Nasci aqui e minha família é daqui. Isto nos oferece um pouco mais de segurança como empreendedores”, argumenta. Carmen acredita que a cidade tem muito potencial. “Nós batalhamos todo dia e tenho certeza que muita gente dessa terra também o faz”, comenta.

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Para Carmen, a Santa Maria de seus sonhos é aberta para o progresso e cheia de oportunidades para os jovens, sem fome e sem violência.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


  • Tradição: A Eletropeças também é um marco e continua realizando sonhos. É empreendedora desde 1960. Fundada pelo Sr. Carlos Alberto Guinot, a empresa marca a economia do nosso município com uma trajetória que ilustra a força e a dedicação familiar. Para se estabelecer no mercado, a família foi imprescindível.

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O bom atendimento ao cliente sempre foi o segredo de sucesso e de permanência no mercado.

Créditos: Arquivo Eletropeças