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Saúde - Urologia e Ginecologia

De Wiki.dois

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Saúde - Urologia e Ginecologia

  • Data de Publicação: 25 de abril de 2009



Tabela de conteúdo

Saúde

Especial Urologia e Ginecologia


  • Prevenção deve ser palavra de ordem para eles e para elas
  • Conselho Médico: Saiba o que é mito e o que é verdade em saúde íntima
  • Cuide-se: Conheça as complicações e os tratamentos para as principais doenças


Ele & Ela

Infertilidade: Por que?

A infertilidade é incômodo e fator que atrasa o sonho de muitos casais: ter filhos. Ela é determinada quando o casal, após um ano de relações regulares, não consegue a concepção. “Em 40% dos casos, o fator masculino é o responsável único; em 20% das situações, há problemas no homem e na mulher concomitantemente”, afirma o Dr. Augusto Ramos do Prado, médico urologista.

Para os homens, este distúrbio pode resultar de fatores genéticos ou adquiridos, traumatismos ou infecções. Problemas hormonais podem, em casos raros, gerar infertilidade. Mais comum como causa da infertilidade é a varicocele, doença que consiste na presença de veias varicosas no saco escrotal. Nas mulheres, as patologias são várias, destacando-se a endometriose, a síndrome dos ovários policísticos, irregularidades menstruais, doenças inflamatórias pélvicas e alterações nas tubas uterinas. Distúrbios hormonais podem alterar a fertilidade das mulheres. Cuidados com a saúde são fundamentais para o casal. “Entre as ações profiláticas, temos o uso da camisinha, o cuidado com posturas promíscuas e manter um parceiro único”, lembra o Dr. Paulo Afonso Beltrame, médico ginecologista, obstetra e professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para os pacientes da região de Santa Maria, A UFSM oferece, no Hospital Universitário, serviços no ambulatório de esterilidade.


Grávida agora. Bela sempre

A gestação, além de um período de grande magia, é uma etapa de mudanças emocionais e físicas na vida da futura mamãe. Durante o período de gravidez, o corpo feminino passa por várias transformações que têm como principal objetivo garantir a formação e a manutenção da vida que esta por vir. Nesta fase, é fundamental que a gestante tome todos os cuidados médicos necessários para uma gestação sem complicações. Mas também a autoestima merece atenção. Segundo Fabíola Kleinert, médica esteta e proprietária da Clinica MedSpa, existem tratamentos que, quando bem indicados e em concordância com o médico obstetra, permitem que a gestante possa tratar-se e prevenir-se com segurança.

Tratamento


  • A oleosidade da pele aumenta e podem surgir ou piorar as lesões de acne. Cuidados de limpeza com produtos específicos e medicações tópicas (permitidas durante a gestação) são algumas possibilidades.
  • O surgimento do melasma (manchas na face) é freqüente durante o período gestacional. Evitar exposição solar e usar filtro com FPS adequado são fundamentais. Existem alguns clareadores que podem ser iniciados já durante a gestação. Porém, se não foi possível prevenir, há tratamentos que podem ser realizados no pós-parto.
  • As estrias normalmente aparecem no segundo ou terceiro trimestre. A prevenção a partir de cuidados de hidratação com produtos específicos, aliada à alimentação saudável e à atenção com o peso, é o melhor tratamento. E se não foi possível evitá-las, o tratamento precoce no pós-parto possibilita melhores resultados. Dentre as opções, o Laser Fracionado tem mostrado sucesso.
  • As alterações vasculares (varizes, sensação de peso e inchaço nas pernas) também são freqüentes e causam desconforto. A drenagem linfática (com técnica especifica para gestante) é um dos procedimentos estéticos mais realizados, garantindo além da diminuição da retenção de líquidos, conforto e bem-estar à mãe.


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A futura mamãe merece preservar o seu bem estar e esperar a grande chegada em paz com o espelho.

Créditos: Divulgação


Mudando dia após dia

As variações hormonais são as principais responsáveis pelas alterações estéticas. Confira as mais importantes:

  • Estrias
  • Acne
  • Manchas na pele
  • Retenção de líquidos


Qualificação e experiência em nome da saúde

Antigamente, muitas doenças tornavam-se conhecidas de seus portadores quando já manifestavam sintomas e quando a solução tornava-se um verdadeiro milagre. Talvez, por isso, até hoje, muitas delas tenham seus nomes ligados à morte. Felizmente, contudo, com os adventos oriundos da ciência e da tecnologia, a medicina avançou e, doença pode ser associada à prevenção, à cura e, especialmente, à vida. Atualmente, exames que possibilitam o diagnóstico precoce são uma realidade e a sua realização uma responsabilidade. Deixar de fazê-los prejudica três importantes fases, tanto na mais simples como nas mais graves patologias: descoberta, tratamento e cura. Saúde íntima - O exame mais comum para a mulher é o Papanicolaou, ou colpocitológico. Sua realização rotineiramente é muito importante, pois pode detectar o vírus HPV e outras doenças que ocorrem no colo do útero antes do desenvolvimento do câncer. Nos homens, o exame das dosagens de PSA e PSA livre podem detectar pacientes com câncer de próstata, que é a segunda causa de morte por câncer em homens. Tradição e segurança - Em Santa Maria e região, a tecnologia e a tradição fazem história com um aliado: o Labimed Análises Clínicas. Há 45 anos no mercado, ele dispõe de todos os exames relativos a todas as áreas da medicina, especialmente Ginecologia e Urologia, acompanhando seus pacientes em todas as fases de suas vidas. O laboratório busca a constante qualificação de sua equipe, além da modernização de seus equipamentos e exames, para que exatidão e precisão sejam palavras de ordem. Sua estrutura consiste em cinco postos ambulatoriais, atendimento 24 horas e exclusivo a três hospitais, entre eles o Hospital de Caridade, e dois postos em cidades da região, além do plantão de emergência 24 horas. No corpo profissional, a segurança: 03 médicos, 12 bioquímicos e mais 100 colaboradores.


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Nova área de produção – agilidade e rapidez na entrega dos resultados

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


Prevenção

Vacina contra o inimigo silencioso

O preservativo, por muito tempo, era conhecido como a única proteção contra doenças sexualmente transmissíveis (DST). Hoje, outros procedimentos tornam-se grandes aliados na preservação da saúde. A vacinação é um deles. Para algumas patologias há vacinas que previnem contaminações desde a primeira infância. A vacina contra a Hepatite B, por exemplo, faz parte do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Ela é aplicada desde os primeiros dias de vida, mas é indicada para todas as pessoas, independente da idade. Outra é a vacina contra o HPV. Maior causador do câncer de colo de útero e líder no ranking das DST, o vírus gerador, o papilomavirus humano, possui um grau de contaminação tão alto, que pode ser adquirido pelo simples contato com a pele ou pelo uso de objetos contaminados. E o pior: pode ser considerado um inimigo sorrateiro porque muitas vezes age silenciosamente. HPV - Proteção nunca é demais: O preservativo consegue barrar entre 70 e 80% das transmissões. Por isso é tão importante aliá-lo a vacinas, que previnem infecções pelos tipos mais perigosos do vírus, responsáveis pelos casos de câncer de colo de útero, e outros, responsáveis pelas verrugas genitais. O médico e diretor da Multivacin, Wilson Juchem, explica que meninas a partir dos nove anos já podem ser vacinadas. “O ideal é que a menina seja protegida antes do início da atividade sexual”, aconselha ele. Pesquisa: Atualmente, diversas outras vacinas são estudadas para que o procedimento seja eficaz em um número ainda maior de doenças. Juchem afirma que já há estudos avançados de vacinas contra a herpes e a síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA), a Aids, e espera que alguma delas seja liberada em dois ou três anos. É importante frisar que a vacinação não exclui o uso de preservativo, que é o principal e mais seguro meio de proteção contra as demais DST, além de evitar uma gravidez indesejada.


Sorriso saudável: herança de mãe para filho

Além de atentar para práticas sexuais saudáveis e preservar a saúde íntima, a mulher tem na qualidade de vida um direito e um dever. E, ela, quando guardiã de uma vida, deve atentar para essa questão com mais amor. Muitas gestantes não sabem, mas os cuidados e o carinho consigo mesma não estão direcionados apenas a visitas regulares ao ginecologista e ao obstetra. A atenção é redobrada e o objetivo é a saúde da mãe e do bebê. Um ponto interessante é a saúde da boca, que não deve ficar fora da lista de preocupações da futura mamãe. Quem comenta sobre o assunto e explica quais são os principais aspectos que merecem cuidados é Aline Batista, cirurgiã-dentista da Clínica Odontoplan.

A especialista recomenda que, para a mulher que está pensando em engravidar, o ideal é ir ao dentista e resolver todos os problemas bucais antes da gestação. Isso porque raios-X, anestésicos, analgésicos e antibióticos não são indicados no primeiro e terceiro trimestre de gestação. Mas se a gravidez não foi planejada ou os problemas bucais não foram resolvidos previamente, Aline conforta as grávidas de plantão: “não existem contra indicações à ida ao dentista, apenas alguns cuidados essenciais”. E o mais importante: “o dentista poderá dar orientações de como cuidar da saúde bucal do bebê e, além disso, os riscos durante o tratamento odontológico são menores que os riscos que os problemas bucais podem causar à mãe e ao bebê”, enfatiza ela.

ATENÇÃO: Uma doença bastante associado à gestação é a gengivite, uma inflamação das gengivas causada pela placa bacteriana. Segundo Aline, a ocorrência aumenta no período devido a flutuações hormonais. É importante tomar cuidado, pois há cada vez mais evidências sugerindo a relação entre doenças gengivais e o nascimento de bebês prematuros. Para evitar este e outros problemas como a cárie, a dentista sugere que a gestante tenha uma alimentação adequada, mantenha hábitos de higiene bucal e vá regularmente ao dentista para um acompanhamento odontológico durante toda a gravidez. “É importante para manter ou restabelecer a saúde bucal. Como na medicina é feito o pré-natal, na Odontologia também é importante, pois aumenta as chances do bebê não ter problemas nesse sentido”, finaliza ela.


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Um futuro sorriso saudável não tem preço.

Créditos: Divulgação/stock


Que para os olhos só se passe saúde

Não é somente a boca capaz de explicitar pensamentos e estados de espírito. Os olhos também possuem a capacidade de “falar”. Eles são capazes de transparecer o que muitas vezes não cabe em palavras. Mas mais do que isso, este pequeno par de órgãos consegue ser a janela não só da alma, como se costuma dizer, mas também do organismo. Os perigos - A oftalmologista do Centro de Tratamento Ocular, Liliane Weber, fala sobre a saúde dos olhos no período da gestação. A especialista explica que doenças que podem ser identificadas pelo oftalmologista, através do exame do fundo do olho, como diabetes, toxoplasmose e outras podem provocar alterações oculares e, consequentemente, a diminuição da visão. “Se não diagnosticadas podem trazer sérios riscos a saúde do bebê”, ressalta a médica. O diabetes é uma das mais perigosas. A enfermidade afeta também a saúde ocular, tendo como um de seus sintomas a visão nublada. Uma das conseqüências pode ser o aparecimento de alterações na retina, “que é o que chamamos de retinopatia diabética”, ilustra Liliane. Por isso, a avaliação oftalmológica é um sinal de responsabilidade e, por conseguinte de prevenção. E, neste caso, onde o quadro exige o acompanhamento do obstetra e do oftalmologista juntos, dadas às complicações ou possíveis avanços da doença, a importância do cuidado é mais evidente. A paciente deverá ser examinada, se possível, antes da concepção e, após, regularmente, conforme a orientação médica. Já no caso de diminuição da visão no período gestacional, Liliane faz outra ressalva: “a mulher pode ter o grau dos óculos modificado momentaneamente, sendo contra indicada a cirurgia para correção do grau nesse período”. Fica o alerta.


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Todo cuidado é pouco na gravidez e o que interessa é a saúde da mãe e do bebê.

Créditos: Divulgação


MAIS

  • HPV: Causado pelo papilomavírus humano. Gera lesões, principalmente nas regiões genital e anal, com aspecto de couve-flor e de tamanhos variados. Está fortemente relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer, especialmente o do colo do útero.
  • AIDS: É uma doença do sistema imunitário causada pelo retrovírus HIV (do inglês Human Immunodeficiency Virus). É transmitida através do contato sexual, da transfusão de sangue contaminado, da mãe para o bebe durante a gravidez ou na amamentação e, ainda, pela reutilização de seringas e agulhas entre os usuários de drogas injetáveis.
  • Pré-eclampsia: Doença caracterizada pela alta pressão arterial e presença de proteína na urina. Para que a doença se desenvolva, é necessária a existência da placenta. Os sintomas variam, de acordo com o estágio da enfermidade.
  • Toxoplasmose: Conhecida como doença do gato, pode ser transmitida de quatro modos: por ingestão de cistos presentes em dejetos de animais contaminados (particularmente gatos); ingestão de carnes cruas ou mal passadas de animais infectados; transmissão intra-uterina da gestante para o feto e; transplantes de órgãos contaminados. Os sintomas variam de acordo com a imunidade do doente. É comum haver febre, dores musculares, cansaço, alterações visuais (podendo levar à cegueira) e surgimento de pontos avermelhados pelo corpo, entre outros sintomas. Mas em pessoas com imunidade muito baixa, a doença pode comprometer o cérebro, pulmões, olhos e coração, podendo causar a morte.
  • Diabetes Gestacional: Acontece durante a gravidez e é caracterizada pelo aumento da taxa de açúcar no sangue. A doença pode causar, entre outras complicações, o falecimento do bebê, recorrente de uma hipoglicemia logo após o nascimento.


Complicações

O temor dele e o temor dela

A saúde, nosso bem mais precioso, exige atenção constante. E uma postura preventiva é fundamental para a sua manutenção e para o bem estar. No quesito saúde íntima, não é diferente: homens e mulheres podem ser vítimas de inúmeras doenças. Entre elas, o câncer de próstata e o câncer de colo de útero.

  • Abandonando o machismo - O câncer de próstata, o tumor mais comum entre os gaúchos, está intimamente relacionado à idade, ao histórico familiar, à dieta e ao estilo de vida levado pelo homem. Por raramente causar sintomas em fases iniciais, muitas vezes a doença é descoberta em estágios mais avançados, onde há dor ao urinar, incontinência urinária, impotência sexual e dor óssea. “O tratamento pode envolver cirurgia e/ou radioterapia, além do papel fundamental da manipulação hormonal e da quimioterapia, todos acompanhados pelo médico oncologista”, explica Carlos Felin, especialista na área e médico da Oncocentro. E um alerta: muitos homens evitam o exame de próstata por medo de descobrir que têm a doença e por adotar uma atitude machista em relação à consulta. O fato é que o câncer de próstata pode matar se não for diagnosticado. E, quanto antes o homem descobre o problema, mais chances de cura terá. Fique atento.
  • Eliminando os fatores de risco - O câncer de colo de útero pode ser detectado ainda em estágio inicial, através do teste de Papanicolaou, ou de sintomas como sangramento vaginal, corrimento e dor, que surgem com a evolução da doença. Para este tipo de câncer, os principais fatores de risco são a iniciação sexual precoce, múltiplos parceiros sexuais, tabagismo, histórico de doenças sexualmente transmissíveis e o uso contínuo de anticoncepcionais orais.


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O médico oncologista Carlos Felin conta que infelizmente percebe que uma quantia significativa dos pacientes procuram auxílio médico em estágios mais avançados da doença, quando as possibilidades de cura e controle do câncer são menores ou inexistentes.

Créditos: Arquivo Pessoal.


Quando a cura gera dor

Cirurgias urológicas e ginecológicas trazem, na maior parte dos procedimentos, dor intensa. Para os homens, entre 70% e 85% das cirurgias geram desconforto e dor, variando a intensidade de acordo com o tipo de procedimento realizado, o tempo de duração da cirurgia, o posicionamento do paciente na mesa cirúrgica, a idade e a presença ou não de doenças pré-existentes. Nas mulheres, as dores são mais intensas após procedimentos ginecológicos realizados pela via abdominal aberta. Segundo a Drª. Márcia Akemi Kuboki, médica anestesiologista da Clínica Sedare, nas cirurgias urológicas, felizmente as dores já começam a deixar de ser problema, visto que muitas delas já são realizadas por via endoscópica. As que geram maior desconforto, no entanto, são aquelas na loja renal e cirurgias extensas no caso de câncer de próstata. Para a médica, o controle da dor é fundamental para diminuir os riscos de futuras complicações pós-operatórias, além de facilitar o tratamento clínico, estimulando a recuperação do doente, e trazer bem-estar e conforto aos pacientes. Além do controle da dor, é importante que haja uma atenção especial com os cuidados dados aos pacientes oncológicos, que, além de sofrerem com as dores físicas, também ficam fragilizados emocionalmente. “Curar às vezes, aliviar com freqüência, e confortar sempre”, afirma Márcia, lembrando um conhecido aforismo da área médica.


E a TPM?

Para aquelas que sofrem com a TPM, a Dra. Márcia Kuboki lembra que o tratamento para as cólicas menstruais deve ser profilático. Alguns medicamentos, como antidepressivos e o próprio anticoncepcional oral podem aliviar o desconforto, contudo, ela alerta que os tratamentos devem ser individualizados.


Sim à vida

  • Os homens devem adotar uma dieta rica em vegetais, micronutrientes e antioxidantes e pobre em gorduras saturadas. Também exames periódicos, como o toque retal, ultra-sonografia transretal e a dosagem do antígeno prostático específico, são estratégias indispensáveis.
  • As mulheres devem evitar contágio pelo HPV, manter os exames ginecológicos em dia, evitar o tabagismo e comportamentos reprodutivos “de risco”.


Especial de Aniversário

14 anos de compromisso com a saúde

A Multivacin, sempre alerta para a saúde de seus pacientes, comemora o seu mês de aniversário. Fundada em 19 de abril de 1995, a Multivacin é uma Clínica de Vacinas especialista no que faz. Com 14 anos no mercado, experiência e tradição não faltam e a prevenção é disponibilizada para todas as faixas etárias.


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Proteção é palavra de ordem

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann


Suas vacinas, importadas dos principais centros produtores, são sempre as mais modernas e seguras e seus objetivos são: proporcionar proteção, segurança e tranqüilidade. Além dos médicos consultores, a equipe é formada por uma enfermeira e três técnicas de enfermagem, todos com treinamento e qualificação para atuar na aplicação de vacinas. Isso reflete o cuidado e a preocupação que a Multivacin tem com a saúde de seus clientes. “As pessoas estão atentas e alertas para as vacinas, e buscam o que há de mais atual”, afirma Wilson Juchem, Diretor Médico da Multivacin. A clínica não fica para trás, investindo em tecnologias, como as inovações das vacinas conjugadas e a vacina que protege contra o Papiloma Vírus Humano ( o HPV ), que já detalhamos no Caderno Saúde. Neste aniversário, a Multivacin mostra que, ano após ano, sua preocupação com qualidade e garantia de seus produtos trazem resultado. “Se a Multivacin prosperou, foi graças à confiança depositada pelos clientes”, complementa Wilson. Para o futuro, a clínica promete novidades, estando sempre alerta para as novas tecnologias que garantirão saúde e proteção para você e sua família. A Multivacin acompanha com regularidade as mais recentes pesquisas na área, e constantemente atualiza seu calendário com as novas vacinas. Um futuro mais seguro, com pessoas mais saudáveis e maiores cuidados com a saúde: este é o desejo da Multivacin para os próximos anos.


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O Dr. Wilson Juchen é o diretor técnico da Clínica.

Créditos: Arquivo Pessoal

ATENÇÃO

Na gestação, o tratamento ortodôntico é permitido

Já se sabe que gravidez não é motivo para evitar a ida ao dentista. A maioria dos tratamentos pode ser mantida ou iniciada durante o período, como é o caso do tratamento ortodôntico. Sua utilização não prejudica em nada a gestação, ao contrário do que se costumava pensar. Um dos mitos sobre o assunto relaciona a movimentação dos dentes, causada pelo aparelho, à formação dos ossos do bebê. A ortodontista Estela Maris Jurach, explica que já é comprovado que os dentes não participam do metabolismo sistêmico do cálcio. Ou seja: o cálcio necessário para manter o bebê provém da alimentação e, quando esta for inadequada, virá de estruturas nos ossos da mãe. Estela aponta outro aspecto importante: É bastante comum que as futuras mamães deixem de lado alguns cuidados com a higiene bucal, devido ao cansaço provocado pelo período. Isto é terminantemente proibido, especialmente para as mulheres que usam aparelho ortodôntico. “Ele retém muitos alimentos e por isso a gestante vai precisar ter mais atenção e ser mais criteriosa com sua higienização oral”, avisa ela.


Especial de Aniversário

Da história, a busca pelo fim da dor

Quando você se machuca a sensação de dor parece ser imediata. Mas muita coisa acontece até que você a sinta. Antes, a mensagem é conduzida através de neurônios, levando o estímulo para a medula espinhal. De lá, passam por vários caminhos até chegar a algumas áreas do córtex cerebral, onde a sensação é detectada e analisada. É então aí que você percebe que há dor. Esse complexo sistema desagrada pessoas há muito tempo, independente da sua renda, cor ou classe social.

Não é de agora a busca por métodos que amenizem esta sensação desconfortável. Há aproximadamente 2400 anos, Hipócrates já utilizava a “esponja soporífera”, que foi, provavelmente, um dos primeiros anestésicos que existiu. O produto consistia em uma esponja embebida em uma mistura de ópio, meimendro e mandrágora. Ele também foi bastante utilizado na Idade Média, época em que era comum a asfixia até o desmaio, concussão cerebral e ingestão de bebidas alcoólicas Já em fins do século XVIII, muitos pesquisadores buscavam gases com efeitos anestesiantes. Em 1818, Michael Faraday descreveu os efeitos do éter, mas foi em 1846 que Willian Norton fez a primeira demonstração pública com utilização do éter em uma cirurgia. O fato ocorreu no anfiteatro do Massachusetts General Hospital, em Boston (USA) e foi considerado uma das maiores contribuições do País à medicina.


Do tratamento, a qualidade de vida

De lá para cá, é constante o surgimento de novidades com este intuito. As medicações estão cada vez mais eficazes e com menos efeitos colaterais, além da descoberta de novos procedimentos. Conseqüência disso é o aumento da procura por tratamento da dor. Para suprir esta demanda, foram criados espaços para tratar exclusivamente do assunto, como é o caso da Sedare. A única clínica privada especializada em dor na cidade de Santa Maria completa seis anos no dia 30 de abril e atende uma diversidade de patologias, como problemas de dores na coluna, dores devido a artroses, Lesões por Esforços Repetitivos (LER), dores pós-cirúrgicas, neuropáticas e ortopédicas, quando não necessitam intervenções cirúrgicas e, especialmente, as dores causadas pelos mais diversos tipos de câncer. Ela oferece também acupuntura, entre outros serviços diferenciais.

A especialização em dor é relativamente nova na medicina. Por isso, muitos profissionais da saúde desconheciam seu caráter de tratamento. A médica anestesiologista, sócia-fundadora e diretora técnica da Sedare, Miriam Seligman, explica que o maior desafio da Sedare foi mostrar aos colegas de outras especialidades e de outras áreas da saúde, que o tratamento da dor é multidisciplinar e multiprofissional. “Somente trabalhando dessa maneira, poderíamos oferecer o melhor para os nossos pacientes”, completa ela. O público que mais procura a clínica são os idosos. Mas hoje, com o aumento da carga horária de trabalho, geralmente na frente de um computador, muitos jovens também têm sofrido com dores. Lidar com o sofrimento das pessoas é um ato heróico e é isso que a Sedare faz ao amenizar e curar dores. A busca pelo alívio é reflexo até em seu nome: Sedare significa alívio em latim. Márcia Kuboki, médica anestesiologista, sócia da Sedare, acredita que a amenização ou cura da dor é um dever do médico. “Ninguém merece passar por sofrimento se existe um tratamento para diminuí-lo”, enfatiza a especialista.


Futuro O avanço da ciência, da indústria farmacêutica e das pesquisas médicas fazem parte da realidade de negócio da Sedare. “Priorizamos manter a qualidade e a seriedade de nosso trabalho, através de atualizações científicas constantes e de contatos permanentes com nossos colegas”, explica Miriam. Afinal, “não existe nada mais compensador do que rever um paciente feliz”, conclui Márcia.


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Segundo a Drª Márcia e a Drª Miriam, ouvir o paciente para diagnosticar todos os possíveis causadores de dor é fundamental. Depois, o procedimento ideal marca o tratamento.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann