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Saúde - Saúde da Comunidade

De Wiki.dois

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Saúde - Saúde da Comunidade

  • Data de Publicação: 20 de Dezembro de 2008



Tabela de conteúdo

Saúde

Especial Saúde da Comunidade


Saúde é para todos: Entenda porque saúde rima com futuro e esperança com progresso


Saúde coletiva

Por um futuro melhor

Todo mundo merece um bom atendimento, especialmente quando se trata de saúde. Um acompanhamento bem feito e a atenção para a qualidade de vida permite um tratamento mais eficaz na cura de uma doença existente e, principalmente, previne que outras apareçam. Mas além do indivíduo, também a comunidade merece ter seus anseios escutados, especialmente no campo da saúde. Qualidade nos serviços prestados é máxima fundamental. Um dos caminhos, em busca de um exercício eficaz de políticas de saúde, é através das práticas da Saúde Coletiva.


Vivendo com dignidade e justiça - Podendo ser definida como uma abordagem integral do processo de saúde e doença, a Saúde Coletiva busca uma construção também coletiva de conhecimento. E o conceito de saúde, nesta análise, é mais amplo, abrangendo os bens e recursos mínimos como lazer, educação, emprego e outros direitos fundamentais. Neste contexto, o profissional da área da saúde tem uma responsabilidade dobrada, aumentando seu compromisso com as comunidades e com sua realidade social. “O profissional de saúde tem como meta transformar o cotidiano da vida de cada pessoa e de cada trabalhador da saúde, buscando a equidade para construir uma sociedade onde ser humano signifique viver com dignidade e justiça”, afirma Martha Helena Teixeira de Souza, enfermeira e coordenadora do curso de pós-graduação em Saúde Coletiva do Centro Universitário Franciscano (Unifra).


Igualdade no tratamento de desiguais - Em prol dessa postura global do profissional dentro da Saúde Coletiva, é fundamental integrar as práticas em saúde, especialmente as ações de atenção básica, ao serviço prestado. Baseada em princípios como o da equidade, onde há desigualdade no tratamento dos desiguais, gerando investimentos nas áreas mais carentes, o trabalho é desenvolvido a fim de atender a realidade da comunidade. Através de uma postura crítica, é possível “uma atuação interdisciplinar em busca de atendimento, respeitando a integralidade e a resolução no atendimento”, explica Martha.


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Toda família merece que sua condição de vida seja analisada e sua saúde preservada através do atendimento de qualidade.

Crédito: Divulgação



PARA O PROFISSIONAL - Muito dessa postura depende do perfil do profissional que preza pela saúde coletiva. Apesar de caminhar a passos lentos, o setor de saúde no nosso País começa a exigir que os profissionais abram os seus horizontes. Além da exigência com a abordagem humanizada, há a necessidade de saber trabalhar em equipe, gerenciar pessoas e, principalmente, se envolver com os problemas da comunidade.

Sair a campo o mais cedo possível, cumprindo estágios ou se integrando em trabalhos voluntários, é uma vivência que acrescentará muitos pontos ao currículo. Depois de formado, os projetos de política de saúde pública são ótimas oportunidades de ampliar ainda mais a formação.

Boas perspectivas para o profissional de saúde se concentram na área de saúde coletiva. E atenção: a área inclui não apenas tratamentos médicos como também prevenção de doenças, saneamento básico e cuidados com a higiene da família.


Pediatria

Saúde de verdade

Quem vê cara não vê coração. Já dizia o dito popular. Em saúde também é assim. 80% dos problemas de saúde se resolvem com a chamada “atenção básica de saúde”. O fato é que poucos são os médicos, dadas as dificuldades do setor, que conseguem atentar para a saúde coletiva, bem como para o papel que cada indivíduo que compõe uma comunidade desempenha. Tratar um paciente como um todo, considerando o aspecto cultural, as questões relacionadas ao acesso à alimentação e à higiene, é importante na hora da realização de um diagnóstico preciso. Mas mais que isso: é fundamental para que a saúde realmente deixe de ser definida como estado de ausência de doença e, que se tenha condições verdadeiras para entendê-la como um estado de bem estar físico, mental e social.

Um dos pediatras da Clínica de Crianças e Adolescentes Miguel Meirelles, Gilmor Farenzena, explica a situação no campo da medicina: “Houve uma hipertrofia do atendimento individual, onde a medicina é reduzida ao atendimento de casos. Mas sabemos que não é só isso, tem uma série de outras medidas, desde a educação, a família e o contexto econômico que interferem na saúde”. Farenzena, também coordenador adjunto do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), compreende esta realidade. Mestre em Saúde da Comunidade, ele conta que “o pediatra é a última fronteira da medicina, o profissional que consegue ver a criança como um todo”.

Por acompanhar a maioria de seus pacientes por todas as fases da infância e ser consultado por doenças em todas as partes do corpo, este profissional consegue aproximar-se do paciente e obter melhores diagnósticos, considerando as questões psicológicas, familiares, entre outras. Assim, considera-se também a importância do trabalho em equipe para um atendimento médico mais eficaz. A Clínica Meirelles propõe-se à idéia desta multi-profissionalidade. Ali, são encontrados pediatras, psicólogos, neurologistas, fonoaudiologistas, entre outros profissionais especializados no melhor atendimento à criança e ao adolescente. E Farenzena completa: “o que queremos é que as pessoas adoeçam menos e se sintam melhores”.


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A visão global é defendida pelo médico pediatra Gilmor Farenzena

Créditos: Liana Merladete


Odontologia

Educação é informação. Informação é prevenção.


Você certamente já ouviu essa frase: A saúde começa pela boca. A afirmação todo mundo já conhece, mas o que poucos sabem é que ela é pura verdade. No final de 2003, foram divulgados os dados do levantamento epidemiológico de saúde bucal do Ministério da Saúde – o Projeto SB Brasil. Os dados recolhidos indicam que 45% da população não tem acesso à escova de dentes e 30 milhões de pessoas nunca foram ao dentista. A falta de cuidado com a saúde bucal pode gerar diversas complicações, como fala o diretor da Uningá - SM, Alan Binotto: “Além de diversas alteraçoes sistêmicas, vários tipos de manifestaçoes patológicas se desenvolvem na boca”. Esses problemas, que comprometem a saúde do indivíduo, seu bem estar físico e sua qualidade de vida, podem ser evitados com simples atitudes de prevenção: escovação após as refeições, o uso do fio dental e do flúor. Para Binotto, estes dados só poderão ser revertidos através do compromentimento dos profissionais da área, em informar à população sobre a importância de tais cuidados. Por isso, segundo ele, na Uningá-SM, todos os cursos oferecidos tem como base a discussão acerca dessa questão.


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Encontros semanais abertos à comunidade com foco na educação e prevenção, além da participação e orientação em entidades assistenciais e propagação de dicas na mídia, fazem parte dos compromissos da instituição.

Créditos: Arquivo Uningá


Vacinação

Prevenção ao alcance de todos


O modo mais eficaz já encontrado para evitar doenças: a vacinação. Ela sensibiliza os anticorpos específicos que protegem a pessoa contra o agente causador da patologia, garantindo a imunidade. Através desta medida, várias doenças e até epidemias são evitadas, o que torna seu uso necessário desde o nascimento da criança. Já nas doze primeiras horas após o parto, ela deve receber as vacinas contra hepatite B e o BCG contra as formas mais graves de Tuberculose. Até os 10 anos de idade toda criança deve ser vacinada contra diversas doenças.

Mas o que, infelizmente, poucos sabem, é que as outras faixas etárias também precisam desta proteção. O pediatra e diretor técnico da Clínica Multivacin, Wilson Juchem, explica: “adolescentes, adultos e idosos necessitam de campanhas mais efetivas de esclarecimento sobre as inúmeras vantagens que podem obter com diversas vacinas e protegerem-se, desta forma, de doenças como pneumonia, meningites, tétano, câncer do colo de útero, hepatite A, hepatite B, gripe e outras”.

Segundo Juchem, algumas das vacinas que já estão no mercado são obrigatórias, que são as fornecidas pelo Ministério da Saúde. As outras são recomendadas e que, por serem mais recentes e terem um custo mais alto, ainda não são fornecidas pelo governo. Espera-se que com o tempo elas se tornem mais acessíveis a toda população, reduzindo ainda mais o número de doenças, e aumentando a segurança e qualidade de vida da população.


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A cada dia que passa, novos progressos vem ocorrendo na área de proteção vacinal.

Créditos: Divulgação/flickr


A inimiga se chama dor

Se não a cura, pelo menos o alívio


A dor é uma sensação que, dependendo da sua intensidade, pode ser incompreendida por quem não sofre com a situação. Ela é uma das causas de depressão, ansiedade, insônia e diminuição do apetite. E isso pode prejudicar a vida social e profissional de quem convive com ela. Mas há tratamento. O que ainda dificulta o acesso é que o interesse pela área é recente. Em Santa Maria há apenas dois serviços para o tratamento de dor: o de atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e a clínica Sedare, que atende particulares e convênios. O baixo número de opções é dificultado pela falta de estrutura do Sus. Segundo a médica especialista em dor, Márcia Kuboki, “alguns medicamentos deveriam estar disponíveis na rede pública para tratamento de dores crônicas, como o câncer, o que nem sempre acontece”.

Mas um esboço da solução já começa a ser percebido. Segundo ela, existem projetos para garantir acesso aos medicamentos em diversas regiões do País. Além disso, a médica comenta que não são somente os remédios capazes de diminuí-la. “Por ser um tratamento multidisciplinar, existe a necessidade também de terapia física, psicológica, acupuntura, infiltrações ou bloqueios analgésicos”. O crescente interesse da área médica em acabar ou amenizar ao máximo essa sensação de seus pacientes, irá possibilitar o desenvolvimento de novas técnicas e descobertas sobre o seu tratamento. “Mesmo que não exista cura, existe o seu alívio”, completa a especialista.


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A dor muitas vezes pede mais do que um medicamente.

Créditos: Divulgação



A saúde e o seu futuro

Muitas doenças, com origem genética ou não, terão através da clonagem genômica um caminho para a busca de sua cura. Essa é a perspectiva para o uso da medicina genética para os próximos anos. Seu papel será fundamental na evolução dos tratamentos de saúde, “ocasionando uma reformulação nas bases conceituais com a quais o campo da saúde acostumou-se até então”, afirma Sandra Leistner-Segal, bióloga, doutora em genética e diretora científica do Hereditare – Centro e Genética Médica e Biologia Molecular.

Doenças como o câncer e problemas cardíacos poderão ter suas células mutantes substituídas por células sadias, que produzirão cópias normais. Uma esperança nos tratamentos clínicos são os RNA de interferência, que interferem no desenvolvimento de genes mutados e bloqueiam certos vírus e, poderão tratar doenças como a cegueira, o HIV e a Herpes Vírus. Exames clínicos também serão cada vez mais precisos. “Não há como fugir dos avanços em andamento e nem tampouco negar que o uso da informação genética na prevenção e promoção da saúde veio para ficar”, resume a bióloga.



SANTIAGO

Santiago saudável

Final de ano combina com festa: Natal e Ano Novo estão aí para confirmar esta rima. Contudo, este período também é sinônimo de cuidados com a saúde. Afinal, quem não quer manter a qualidade de vida por todo o ano? Quem segue esta lição à risca é a administração de Santiago. Através do desenvolvimento de várias políticas de saúde, como o “Primeira Infância Melhor” e o “Programa Saúde da Família”, a cidade é exemplo para a região. Também o comércio local destaca-se nestes cuidados, auxiliando, através de sua atuação, a promoção da saúde na comunidade santiaguense. E mais: as empresas são exemplos por preservarem a saúde de suas organizações e por difundirem que tratar bem aos clientes e fornecer bons produtos e serviços faz de Santiago um município saudável.


Saúde de geração para geração

Aliando tradição e qualidade de vida, o chimarrão é uma das companhias mais queridas dos gaúchos. O hábito da roda de chimarrão, além de estreitar os laços de amizade, traz benefícios para a saúde. Sua atuação como estimulante, harmonizador orgânico e regenerador mostram as vantagens presentes na Ilex Paraguariensis, uma das plantas mais completas da natureza. Também já é conhecida sua atuação como redutor dos índices de colesterol, além de prevenir a arteriosclerose e os males de Alzheimer e Parkinson. Ciente destas vantagens, a Erva Mate Santiago, presente desde 1994 na região, trabalha com a filosofia de vender qualidade ao invés de quantidade. Seus produtos são feitos somente com erva mate nativa, originada das florestas de araucária do sul paranaense. Desde então, foram 14 anos de preocupação com a qualidade e isso logo foi reconhecido: a empresa conquistou vários prêmios nos últimos anos, como Talentos Empreendedores, Qualidade RS e Melhores do Agronegócio da Revista Globo Rural. Tendo como missão “proporcionar saúde e bem estar através do hábito do chimarrão e da valorização das pessoas”, a Erva Mate Santiago procura participar de eventos que beneficiem a população da cidade, assim como seus funcionários. Por isso, atenta para as campanhas de vacinação, realizando neste ano uma campanha interna na empresa pela vacinação contra a rubéola, com grande divulgação no site da empresa.


Sendo o chimarrão um dos símbolos do RS através da Lei 11.929/03, a importância do mate é um hábito saudável adotado pelo povo do Rio Grande do Sul. Sobre a tradição, Vagner Silveira, Gerente de Marketing e Vendas da Erva Mate Santiago, comenta: “temos trabalhado cada vez mais para incentivar os jovens a manter esta tradição que passa de pais pra filhos a tantas gerações”.


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A Erva Mate Santiago prova que o mate é uma tradição que não pode se perder.

Créditos: Arquivo Erva Mate.


Crescendo pela união

Com a missão de valorizar o relacionamento, oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e da sociedade, o Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) de Santiago, procura, desde 2002, atender às necessidades de seus associados de maneira segura e confiável. A unidade de atendimento, que faz parte da Sicredi Vale do Jaguari, foi criada para oferecer soluções financeiras a seus sócios, mas a responsabilidade social também faz parte de seus princípios. Prova disso são ações desenvolvidas no Sicredi da região, beneficiando a comunidade e valorizando a cidadania. Duas delas merecem destaque. Uma é o Programa de Educação Cooperativa “A União Faz a Vida”, que conta com a participação de mais de 14 mil alunos. O objetivo do trabalho é construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes. Além disso, há também o Projeto de Florestamento, que é uma alternativa econômica sustentável de redenção da metade sul do Estado. A assessora de marketing e comunicação social, Joiza Rossi, afirma que estas ações “contribuem de forma real para a formação de pessoas conscientes de seu papel social e comprometidas com a construção de um Brasil cada vez melhor”.


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O Sicredi de Santiago procura atender às necessidades de seus associados de maneira segura e confiável.

Créditos: Arquivo Sicredi


Santiago

Esculpindo personalidade, gerando saúde

Para os leigos, o mármore e o granito podem representar simples pedras. Mas quem conhece o assunto sabe que eles podem ser sinônimos de natureza e beleza para qualquer ambiente. E mais: Até de saúde. Por serem materiais naturais, nobres, de grande beleza, durabilidade e variedade de tons, atualmente são cada vez mais utilizados em acabamentos e revestimentos, substituindo com vantagens outras opções, especialmente pela facilidade na higienização. Ambientes limpos e com menor incidência de poeira evitam uma série de patologias.

Com tantos benefícios, conquistar espaço nesse ramo não é fácil. Catiane Maia da Rosa, arquiteta e urbanista, fala sobre a trajetória da Estrela Guia, empresa que fez tradição em Santiago e região. Catiane revela que a empresa foi, primeiramente, um sonho de seus pais, que já tinham uma marmoraria em São Gabriel. Mas foi em Santiago, no ano de 1994, que essa história começou a tomar a forma de sucesso. Hoje, cidades da região e até fora dela contam com a qualidade da empresa num simples peitoril de janelas até bancadas de cozinha, revestimentos de lareiras, escadas, churrasqueiras, banheiras, lavatórios e pisos, entre outros. E, como não poderia deixar de ser, a Estrela Guia participa de uma promoção de Natal que aquece o comércio santiaguense. “Na compra, o cliente concorre a vários prêmios”, explica Catiane.

Para ela, o mais interessante da promoção é que a iniciativa ainda permite contribuir com entidades carentes. Esse espírito é tão marcante que os pais de Catiane, proprietários do empreendimento, fazem uma visita aos bairros que passam por mais dificuldades no município e distribuem doces para as crianças. “Isso não tem relação com a empresa. Não é uma promoção. Mas uma forma de dar um retorno para a sociedade e de fazermos a nossa parte”, conta Catiane.


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Nada como personalizar ambientes com requinte.

Créditos: Divulgação.


Comprometido com o social

A responsabilidade social é marca registrada do Grupo Batista. Em Santiago há 29 anos, hoje a empresa contempla o programa sócio ambiental Viva Verde. A iniciativa procura detectar de perto as mais diversas necessidades de crianças e adolescentes dos bairros onde a empresa está localizada. Reforçar a consciência ambiental e incentivar as mudanças de hábito em relação a produção do lixo e a economia das fontes renováveis na comunidade de Santiago é o objetivo primordial da ação. Outra preocupação do Grupo é a saúde da comunidade onde está inserida. E o verão é um dos temas que leva a idéia como palavra de ordem. Uma campanha para a estação está sendo iniciada e a intenção é contribuir com a comunidade fornecendo dicas e aconselhando cuidados com o corpo. As festividades de Natal também ganham vez no Grupo e cada um dos setores, que diariamente fazem da empresa uma das mais tradicionais da região, tem um foco e faz do período de fim de ano um motivo a mais para passar ao seu público uma mensagem de harmonia e renovação.


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Modernização e reconhecimento do quadro funcional também são marcas do Grupo que, independente do serviço, preza prioritariamente pela promoção do bem estar.

Créditos: Arquivo Grupo Batista


O câncer & o tratamento

Da precaução, a vida

A prevenção, quando o assunto é saúde, tem importância fundamental. Para aqueles que desconhecem a necessidade de exames preventivos, um aviso: através deles é possível detectar doenças em graus iniciais, e tratá-las da forma mais eficaz, aumentando a probabilidade de cura e reduzindo a radicalidade dos tratamentos. Essa atenção deve ser prioridade em todas as classes sociais, mas especialmente nas menos favorecidas, onde há menos investimentos no trato preventivo.

A falta da cultura de prevenção deve ser trabalhada com maiores investimentos em educação. Doenças como o câncer, por exemplo, exigem tratamentos caros, cujo custo aumenta geometricamente quanto mais tardio for o diagnóstico. “É impossível pensar em prevenção de câncer por quem não tem um prato de comida”, pondera João Ethur, médico mastologista, que é colaborador da ONG “Centro Adelmo Genro” e ministra periodicamente palestras de conscientização em comunidades carentes.

Para os mais carentes, investimentos em métodos de rastreio, como a mamografia, em palestras de conscientização e o inestimável trabalho dos agentes de saúde, que visitam os domicílios, são opções que facilitarão a descoberta e o acompanhamento evolutivo das doenças. “Mas, diante de tantas dificuldades na vida, é realmente difícil ter a atenção devida para os cuidados preventivos de saúde”, lamenta Ethur. Tentando ir contra essa falta de cuidado com a prevenção, foi criado, em novembro último, o Comitê Estadual de Combate ao Câncer de Mama, vinculado a Secretaria Estadual de Saúde, onde Ethur representa o Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Através da coordenação de ações de saúde comunitária, tenta-se um diagnóstico mais precoce, aumentando as chances de cura e diminuindo os custos de tratamento.


Pela cura

Como vimos, exames preventivos e cuidados básicos de saúde são fundamentais para impedir ou detectar antecipadamente algumas doenças. E isso vale para o câncer. Em quase 50% dos casos, ele é curável. Nos demais, é possível um controle efetivo da doença, tornando-a controlável tal qual uma doença crônica. Uma das formas de tratamento é a quimioterapia, que é a adoção de medicamentos para destruir as células doentes formadoras do tumor. O sucesso do tratamento, que deve ser sempre ministrado por profissionais competentes, dependerá do organismo de cada paciente e do local e extensão da doença. “Estes medicamentos misturam-se com o sangue, e são levados para todas as partes do corpo, destruindo as células doentes e impedindo que elas se disseminem”, conta a enfermeira Angelita Rigon, especialista em Oncologia da Oncocentro. Contudo, também células saudáveis são atingidas pelo medicamento, e, decorrente disso, surgem os incômodos efeitos colaterais, já controláveis em sua grande maioria.

Vivendo - A vida e as atividades rotineiras de alguém sob tratamento para o câncer sofrem algumas mudanças. Entretanto, na maioria dos casos, levando em conta a reação do organismo do paciente, a rotina pode ser mantida. Os pacientes mantém sua vida normal, aproveitando as coisas boas que ela pode oferecer, e tendo a certeza de que a cada dia, há mais sucesso na cura do câncer, especialmente devido a detecção precoce e a eficácia dos tratamentos.


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Melhor prevenir do que remediar: A vida merece mais atenção e cuidado. Para preservar os bons momentos e não ter de enfrentar o sofrimento de uma doença, a visita periódica ao médico é o melhor aliado.

Créditos: Divulgação