SEARCH
TOOLBOX
modified on 1 de fevereiro de 2011 at 17h50min ••• 5 868 views

Quarta Colônia (160)

De Wiki.dois

13novembro2009paginadacapaprontaCAPA 1.jpg

Quarta Colônia

  • Data de Publicação: 13 de novembro de 2009



Tabela de conteúdo

Especial Cidades & Cotidiano

Mais um passo para o desenvolvimento regional

O início da semana na Quarta Colônia foi marcado por um importante acontecimento: a Entrega do Mapeamento e Levantamento de Edificações de Interesse Histórico dos municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, São João do Polêsine e Silveira Martins. A solenidade aconteceu na última segunda-feira (09) e foi promovida pelo Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus), junto ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e demais cursos e departamentos participantes do Planejamento Ambiental da Quarta Colônia.



AfotoumGU rur 004 (27).JPG

FotodoispaginacapaCasaquedesaparecera6.JPG DSC0foto31910.JPG IVO rur foto4013 (4).JPG

As imagens falam por si só: o levantamento das edificações de interesse histórico trata de uma espécie de listagem que identifica as edificações, em cada município, que devem ser preservadas ou mantidas as características, por fazerem parte da história do município e da região.

Créditos: Tiago Pereira Gonçalves


Sobre a solenidade

O evento foi realizado nas dependências do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), em São João do Polêsine, e reuniu autoridades da UFSM, prefeitos, secretários e técnicos municipais, vereadores e demais autoridades de entidades públicas e privadas da Quarta Colônia e região. O secretário executivo do Condesus, antes de passar a palavra ao professor Decio Bevilacqua, arquiteto e urbanista, coordenador da Equipe Interdisciplinar do Projeto Ambiental da Quarta Colônia, destacou a importância do projeto, que servirá de base para as futuras administrações municipais. Para ele, que há algum tempo sonhava com o projeto, era fundamental a criação de um plano baseado nas características comuns dos municípios da Quarta Colônia. “Seria uma forma de se atingir o desenvolvimento regional”, resumiu na abertura do evento.


Sobreasolenidadefoto4Foto itaqui.jpg

Itaqui ressaltou a importância de todos os instrumentos técnicos que estão sendo “tecidos” com vistas nas potenciais possibilidades de futuro para a região.

Créditos: Andrewes Koltermann



Entendendo o assunto

O professor Décio, por sua vez, além de ressaltar a importância e a participação de todos que se envolveram no projeto, entregou a cada prefeito uma cópia do mesmo. Ele explica que o que foi entregue foram “os produtos finais realizados pela equipe responsável pelo levantamento do patrimônio cultural construído nos municípios de Agudo, Dona Francisca, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Seca, São João do Polêsine e Faxinal do Soturno. Também foi entregue o Mapeamento Técnico Georreferenciado de todos os municípios relacionados acima, mais o de Silveira Martins”, disse o professor. Os objetivos, conforme Décio, são a elaboração de estudos técnicos que serviram de subsídios para os Planos Diretores Municipais e o Plano Diretor Regional.

Quando questionado sobre os próximos passos, o professor ressalta a importância do envolvimento das administrações municipais com o fim de proporcionar também o envolvimento da comunidade. “É um ponto de partida não só importante, mas fundamental”, esclarece. Bevilacqua ainda aponta que a finalização das Leis dos Planos Diretores Municipais e Regional com a entrega para o Poder Executivo Municipal que deverá enviar como Projeto de Lei para o Legislativo Municipal para a devida discussão e aprovação. “Também serão organizadas as publicações com os mapas produzidos, patrimônio construído e trabalhos resultantes das diversas etapas do trabalho”, adianta ele.

Izabele Colusso completa: “o mapeamento entregue é a representação gráfica de diversos elementos físicos da Quarta Colônia, georreferenciados. O levantamento das edificações de interesse histórico trata de uma espécie de listagem, que identifica as edificações, em cada município, que devem ser preservadas ou mantidas as características, sob a ótica do nosso estudo”. Para ela, a solenidade foi de extrema importância. “se apresenta como um marco divisor no quesito acesso a informações que os municípios da Quarta Colônia passarão a contar a partir deste momento”, enfatiza a responsável técnica ao enfatizar mais um ponto forte: “não é de nosso conhecimento que algum outro município do interior do Estado tenha acesso a esta quantidade de informações”.

E isso já causa motivação. “Acredito que o que presenciamos aqui seja de absoluta importância e, agora, a necessidade é que a grandiosidade do feito seja comunicada à comunidade e que, a partir daí, outros passos rumo ao desenvolvimento regional sejam dados para, por fim, se colher os bons frutos, que sem dúvida, só virão a fortalecer a economia da região”, comentou Cláudio Estivallet Junior, Promotor de Justiça na Comarca de Faxinal do Soturno. “Com este trabalho, esperamos contribuir para o desenvolvimento local e regional da Quarta Colônia de maneira sustentável e que o trabalho sirva de referência nas atividades de planejamento local e regional”, finaliza o professor Décio justamente nesse sentido.


FotocincocapaImagem 160.jpg

Desenvolvimento local e regional é o objetivo segundo o professor Décio.

Créditos: Andrewes Koltermann


Fotoseiscapa6Imagem 194.jpg

A colheita de bons frutos é a expectativa do promotor Cláudio.

Créditos: Andrewes Koltermann



Pesquisa & Realidade

Geoparque Quarta Colônia

José Itaqui*

Na Quarta Colônia, para a grande maioria de seus moradores, a questão da terra como espaço de vida e de produção é algo incorporado. Ela faz parte, esta encarnada tanto na forma de ser como na de fazer de seus habitantes. As culturas herdadas e transformadas nas encostas, várzeas e campos do lado direito e esquerdo do rio Jacuí, foram eficientes para desenvolver uma agricultura de qualidade e fazer dela o principal segmento da economia regional. O que acabo de descrever é, na verdade, um enquadramento de enquadramentos que estruturam a base das formas de olhar, perceber e projetar o desenvolvimento individual e social. Nesta ótica, quando este sujeito pousa o seu olhar sobre um espaço natural que sofreu transformações, a retirada de terra para a realização de aterros rodoviários como exemplo, o percebe como área perdida já que o sub-solo exposto não serve para a atividade agrícola. Poderá até ser um açude ou outras funções que contribuem com as atividades agrícolas. E os mais importantes sítios da Quarta Colônia e de toda a região são produtos da ação antrôpica, ela tornou possível chegar às camadas inferiores do solo e expor rochas triássicas que preservam informações, vestígios fósseis, de animais e vegetais que viveram a muitos milhões de anos.

No dia 20 de outubro passado tivemos a visita do Geólogo Eduardo Schobbenhaus, presidente da Comissão do SIGEP, entidade que tem vinculação programática com a UNESCO - Word Heritage Committee (WHC), a IUGS – International Union for the Geological Sciences e a IUCN – International Union for the Conservation of the Natural Working Group on Geological end Paleobiological sites. Sua vinda, a convite do CPRM-RS, teve como finalidade participar de atividades de campo, entre elas visita a sítios e um passeio de barco no rio Jacuí, regiões do alague das barragens de Itaúba e Dona Francisca.

Como dissemos no artigo anterior, os estudos dos paleoambientes e sítios paleontológicos da Quarta Colônia reúnem informações científicas que necessitam com urgência de instrumentos legais para a sua proteção. Proteção que deve responder com a inserção destes geosítios no desenvolvimento social e econômico das áreas do seu entorno, mas também dos municípios e da região.

De acordo a UNESCO, não basta que uma determinada região possua de forma comprovada um patrimônio geológico de nível internacional. É também necessário, antes de tudo, que ele seja entendido como importante para promover o desenvolvimento social e econômico de forma sustentável das comunidades participantes. Outro aspecto que deve ser levado em conta é que a região de abrangência do GEOPARQUE tenha governança local e regional capazes de atender e a responder com políticas públicas e meios legais para a proteção do seu patrimônio geológico. Outro ponto importante e definido pela UNESCO é que o GEOPARQUE deva não somente atender a necessidades econômicas, mas faça isto tendo como foco o desenvolvimento da ciência, da educação e do turismo de forma sustentável.

Estes são os princípios norteadores dos projetos, no campo da geologia e da paleontologia, propostos pelo CONDESUS. O reconhecimento da Quarta Colônia como GEOPARQUE não somente irá atrair adeptos do turismo cientifico de diferentes partes do mundo, como irá potencializar o desenvolvimento da pesquisa e contribuir no desenvolvimento e na afirmação dos projetos em andamento. Projetos que são estruturais para o desenvolvimento da pesquisa, da medição deste patrimônio com os visitantes e, consequentemente, da integração gradual e definitiva da paleontologia no desenvolvimento Regional.

Ao colocar no cesto cultural básico da Quarta Colônia a geologia e a paleontologia leva a uma re-configuração e re-organização do acervo patrimonial, consequentemente, a repensar, na ação, sobre suas potencialidades de projeção e de integração no desenvolvimento socioeconômico. Com este cenário e a consciência deste patrimônio, objeto do próximo artigo, é que passamos a mediar a construção do Programa de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia.


Secretário Executivo do CONDESUS* condesus@quartacolonia.com.br


Quarta Colônia Viva

O morango de Restinga

Vermelhinhos. Com cara de suculentos. Em pleno centro da cidade. Lá estão eles, os morangos de Restinga. Chega a ser difícil acreditar, mas atrás de um muro relativamente baixo, enquanto a cidade corre, eles crescem. E como crescem. O responsável pela chamativa plantação é Nelson Dimas Abreu, um exemplo que atenta para a fruticultura no município. “Me criei para fora. Não me vejo envolvido em outra coisa senão a produção rural”, diz ele, que também trabalha com alface, tomate e rúcula e é filho de orizicultor.

Atualmente, Nelson tem na informação e na tecnologia as palavras de ordem para o sucesso. Tanto que, além de buscar assistência técnica da Emater, ele procurou na capital gaúcha produtos mais ecológicos para possibilitarem um desenvolvimento diferencial. “O planejamento antecipado, o preparo do solo e a adubação equilibrada, somados a esses produtos, são alguns dos segredos”, completa Nelson.

Em meio das fotos que contam a sua história como produtor, um sorriso largo: “Eu investi, mas vou produzir mais, vou entrar verão adentro”. Os morangos, agora, são para o produtor o carro chefe. Os números, por sua vez, impressionam. Ele já colheu 1.628Kg de 4.000 plantas, o que representa 407 gramas por planta. “Eu sempre produzo pensando no futuro. Gosto do que faço e acredito que por isso faça bem feito. E assim o amor pela natureza acaba sendo traduzido no produto final”, diz Nelson apostando no aperfeiçoamento constante. “Não tem como não gostar. São muitos bons e têm um sabor diferente”, diz um cliente, seu Jorge Possobom, que aparece no meio da entrevista para comprar os famosos morangos de Nelson.


Fotoumpagina3DSC 2974.JPG

Na foto, com Nelson (à esq.), seu Jorge, comprovando a força da venda direta.

Créditos: Andrewes Koltermann


DSfoto2pag3C 2984.JPG

Nelson, 43 anos, conta que ingressou no ramo de hortifrutigranjeiros na década de 90. Já atuou até numa fruteira. A produção de morangos, por sua vez, iniciou para consumo próprio. Mas o sucesso do produto falou mais alto. A mola propulsora foi o amparo da pesquisa de Nelson, que sempre buscou esse aparato.

Créditos: Andrewes Koltermann


DSCfoto3paginatres 3000.JPG

Os morangos de Nelson não são totalmente orgânicos devido à mineralização da adubação. Mas os pontos fortes da prática de Nelson são o controle biológico de pragas, entre uma série de vantagens.

Créditos: Andrewes Koltermann


DSCfoto4pagina3 3003.JPG

PaginaquatroooDSC foto52960.JPG

A plantação chama a atenção. E o gosto dos morangos é o principal. “Aprovadíssimo”, resumiu o fotógrafo que não resistiu ao capturar as imagens.

Créditos: Andrewes Koltermann


Nossa Gente, Nossa Atitude

Ao longo de seus 68 anos, Dona Nere Maria Beladona de Abreu traçou uma trajetória marcante de dedicação à comunidade de Restinga Seca. Natural do interior da cidade, Nere Beladona – alcunha artística com a qual assina poesias e obras de arte – já lecionou para séries iniciais em escolas do interior, nos anos 1960, trabalhou na área da saúde como atendente de enfermagem no Hospital de Caridade de Restinga Seca, na década de 1970, e foi eleita vereadora em 1984, a primeira mulher a chegar ao cargo por meio de votação direta no município.

Tudo isso antes de chegar aos 50 anos. No âmbito social, os olhos vibrantes de energia de Dona Nere focam a participação em atividades artístico-culturais na comunidade e na região. Artes plásticas, literatura e cinema, ela já fez um pouco de tudo ao longo da vida. Como artista integrante do Movimento VirArte, Dona Nere participa regularmente da publicação de Antologias e de exposições de obras de arte. Na sétima arte, atuou nos curtas-metragem “A Farsa Seca” e “A História de Antemar Manuso”, de Fabrício Koltermann. Nas escolas da cidade, já promoveu ações de integração entre ensino e comunidade, organizando aulas de artesanato, gastronomia, música e teatro.

Viúva desde 2001, Dona Nere tem cinco filhos, dois deles de sangue, outros três adotados. “Acho que sou a pessoa com mais filhos adotados aqui na cidade”. O mais novo dele recém começou a frequentar a escola – tem oito anos de idade. Para Dona Nere, a origem de tamanha vontade para contribuir com o meio no qual cresceu surgiu quando era adolescente, depois de desenvolver febre reumática – complicação tardia de uma infecção bacterial específica –, cujo quadro agressivo afetou seu sistema cardíaco. Depois de lutar contra as complicações da doença durante sete anos, escolheu o caminho da solidariedade e da dedicação como forma de retribuir pela segunda chance. “É como se fosse um agradecimento pela vida”. Quem agradece, no fim das contas, é a comunidade de Restinga Seca.


DSC nossagentenossaatitudefoto62986.JPG

Dona Nere Maria Beladona de Abreu traçou uma trajetória marcante de dedicação à comunidade de Restinga Seca.

Créditos: Andrewes Koltermann


Em Revista

Acontece

Faxinal do Soturno

Diálogo e integração com os argentinos

Segundo informações disponibilizadas pela assessoria de comunicação da administração municipal, uma delegação com cerca de 20 empresários e representantes de entidades de classe das cidades de San Lorenzo e Rosário, na Argentina, esteve em Faxinal do Soturno para o intercâmbio com políticos e empreendedores locais e de municípios da região.

O objetivo da reunião foi identificar oportunidades sustentáveis e proporcionar trocas de conhecimentos que possibilitem alternativas de negócios para a região central. Um dos pontos altos do encontro foi a explanação do secretário executivo do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável (Condesus), José Itaqui, sobre o perfil de cada um dos nove municípios integrantes da Quarta Colônia.

O prefeito de Faxinal, Clóvis Alberto Montagner, por sua vez, expôs as características sociais, econômicas e culturais da cidade de Faxinal do Soturno. Na oportunidade, ele enfatizou a importância do diálogo e da troca de experiências, bem como do amadurecimento das ideias e do conhecimento de novas realidades.

O prefeito de Restinga Seca e presidente da Associação dos Municípios da Região Centro (AMCentro), Tarcizo Bolzan, também fez uma ressalva interessante. Ele apontou que é preciso estreitar laços e mostrar o potencial comercial e cultural do turismo na região. E mais: por esse motivo foi firmado um convênio de integração com países vizinhos, através do Centro de Integração Latino Americana (CILAM).

Secretários municipais e vereadores de Faxinal do Soturno, assim como o gerente regional da Emater, Jorge André Zacarias Dorneles e os chefes do executivo de São João do Polêsine, Denise Predebon Milanesi, e de Silveira Martins, Erli Pozzebom, também se fizeram presentes no evento. O presidente e o delegado do CILAM, Mosar da Costa e Santiago Ruiz, o coordenador geral de turismo de San Lorenzo, Julio Caramuto e o presidente da Unión de Comerciantes e Industriales del Departamento San Lorenzo (UCI), Roberto Yacuzzi, completaram o quadro de autoridades.

O intercâmbio com os argentinos envolveu as entidades Centro de Integração Latino Americana (CILAM), Unión de Comerciantes e Industriales del Departamento San Lorenzo (UCI), Câmara de Indústria e Comércio (CACISM), Associação dos Municípios da Região Centro, (AMCentro), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Associação dos Jovens Empresários de Santa Maria (AJESM). Teve a participação das prefeituras municipais de Santa Maria, Restinga Seca, São Pedro do Sul, Agudo e Faxinal do Soturno. Além das intendências municipais de Puerto General San Martin, San Lorenzo e Consulado do Brasil em Rosário, Província de Santa Fé, na Argentina.


Rfotoumpagina4eunião1.jpg

As características sociais, econômicas e culturais de Faxinal do Soturno foram expostas no encontro.

Créditos: Assessoria de Comunicação Adm. Municipal Faxinal do Soturno


Agenda

São João do Polêsine

Evento da Sociedade Brasileira de Paleontologia será realizado no município

São João do Polêsine será sede do Paleo RS, evento anual organizado pelo núcleo gaúcho da Sociedade Brasileira de Paleontologia. Alunos, professores, pesquisadores e a comunidade em geral têm a chance de se encontrar para discutir e apresentar a produção intelectual da área. O Paleo RS, organizado este ano pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Condesus, recebe trabalhos nas várias áreas da Paleontologia – vertebrados, invertebrados, plantas e icnofósseis, ou seja, vestígios de animais. A escolha de São João do Polêsine se deve pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), que está em fase de construção, e futuramente abrigará um local de pesquisa na área.

As expectativas para o evento, que deverá ocorrer entre os dias 3 e 5 de dezembro, são grandes. “São as melhores possíveis. Não só deve ser este um evento importante para a troca de informações paleotológicas, como as atividades realizadas no amplo e agradável edifício do Cappa devem criar um envolvimento maior da comunidade acadêmica com o projeto de desenvolvimento sócio-econômico da região”, destaca Átila Stock da Rosa, geólogo, professor da UFSM e coordenador-geral da Paleo RS. Para estimular o desenvolvimento da entidade, as instituições de pesquisa paleontológica do Rio Grande do Sul escolheram a cidade da Quarta Colônia como sede da edição 2009 do evento.


Tome nota

  • O quê: Paleo RS 2009
  • Onde: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), em São João do Polêsine.
  • Quando: 3 à 5 de dezembro

Silveira Martins

Eventos movimentam a cidade

Entre os dias 4 e 8 de novembro aconteceu no município o 4° Encontro Regional de Missões. O tema da edição foi “os campos estão brancos para a ceifa” e a atividade foi realizada pelo Centro de Evangelismo e Missões Chama Missionária, com o apoio da prefeitura municipal. No próximo dia 15, a grande atração no município é a Romaria ao Santuário da Saúde, na localidade de Linha Quarta. Nossa Senhora da Saúde é Padroeira da Quarta Colônia.


DSC fotodoispagina4contrcapa2095.jpg

O próximo dia 15 para Silveira será em homenagem à Nossa Senhora da Saúde.

Créditos: Andrewes Koltermann