Quarta Colônia (156)

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Quarta Colônia

  • Data de Publicação: 16 de outubro de 2009



Especial Cidades & Cotidiano

Continua solitário o sino de Vale Vêneto

A novela sobre o desaparecimento dos sinos que completariam o trio não acabou

Para uns, apenas um “causo” contado pelos mais velhos. Para outros, literalmente “coisa de novela” ou, especialmente, uma história que merece um final feliz. É o que se diz sobre o mistério dos três sinos de Vale Vêneto, distrito localizado no município de São João do Polêsine. Chegando lá, a máquina fotográfica, o seu tripé, um bloco de anotações e os nossos olhares curiosos chamam a atenção. E mais: a solidariedade das pessoas. “O que vocês precisam?” perguntou a senhorinha sentada próximo ao salão paroquial. Como em um piscar de olhos já nos vimos sentados na sala de outra senhorinha. “Demorei para abrir a porta porque eu estava comendo rapadura”, falou essa com um olhar envergonhado, quase igual ao de uma criança. Uma informação aqui, outra ali e pronto: o quebra-cabeças parecia se encaixar. O fato é que, segundo os moradores, o enigma dos sinos ainda não foi desvendado e alguns até ignoram a sua verdadeira história. Não é o caso de Lino Pivetta, agricultor. “Eu me lembro do pessoal falando dos três sinos que vieram e da falta de dinheiro para pegar os três na alfândega. E foi daí que se deu o sumiço dos que faltam”, relembra. Foi bem por aí mesmo. Conforme os registros, a construção da bela igreja que denota fé e nobreza se deve ao sacrifício do povo e à generosidade de uma certa condessa inglesa, dona Giorgia Maria Augusta, condessa de Stacpool, que entre suas benfeitorias, doou três sinos, fundidos em Paris, no ano de 1890. Por isso, pelas toalhas do altar e por uma significativa quantia em dinheiro, ela fez apenas uma condição: que a igreja fosse consagrada a “Corpus Christi”.


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Lino Pivetta, agricultor, relembra a história que os mais antigos contavam.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


O cenário da fé

A inauguração da igreja aconteceu em 1907 e, a consagração a "Corpus Christi" em 12 de dezembro de 1909, por Dom Claudio Ponce de Leon, então Bispo de Porto Alegre. No meio de tudo isso, um porém. No mesmo ano da fundição dos sinos, em 1890, vindos de Liverpool, na Inglaterra, eles já estariam disponíveis no Rio de Janeiro. Junto à esperada notícia, uma relação com as taxas alfandegárias, que somavam 95 mil réis pelo primeiro transporte e 202 mil réis pelo segundo, transformou-se em dilema. Isso porque a comunidade não detinha esse poder aquisitivo. Foi quando o Padre Vogel, que atendia o Vale na época, foi até o Rio de Janeiro e conseguiu a isenção para o sino maior. Os outros dois precisaram ficar retidos no Porto. Com isso, o conjunto dos sinos se desfez, e um solitário, em Vale Vêneto, com os seus 1.200 quilos, bate, talvez com igual som a de outros dois, que devem estar em algum lugar do mundo.


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O sino que fica em Vale Vêneto pesa 1.200 quilos.

Créditos: Arquivo Janice Pivetta


As pistas

Conforme texto de Padre Clementino (pesquisador nato, já falecido), publicado em um conhecido jornal regional, ele teria recebido uma carta indicando a possibilidade dos sinos estarem em Bento Gonçalves. O remetente desconfiou por, em estada no município, ter ouvido um som igual ao de Vale Vêneto. Segundo Clementino em seu texto, no entanto, todas as paróquias lá têm o trio completo de sinos. Talvez os párocos, na época, os tenham colocado um numa capela, outro noutra. Difícil descobrir.


Resgate e entendimento

Jacinta Pivetta, arquivista pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), considera a história envolvente. Tanto que está concluindo a pós-graduação em Gestão de Arquivos com um trabalho sobre os marcos religiosos de São João do Polêsine. A história dos sinos tem espaço no trabalho. Sobre eles e para os demais marcos ela vem desenvolvendo uma pesquisa profunda, que vai da revisão bibliográfica até entrevistas específicas. “O tema me motivou porque o cenário favoreceu. A devoção do nosso povo e a história por trás disso merece”, ressalta ela. Por hora, aguardemos os resultados do trabalho de Jacinta para entendermos mais sobre o contexto de religiosidade presente em cada espaço do Vale. E, quanto aos sinos, fica a deixa para que as pesquisas continuem.


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Moradora pesquisa sobre os marcos religiosos de São João do Polêsine.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Pesquisa & Realidade

Segunda-Feira

José Itaqui*


A segunda-feira já se anunciava na sexta com todo o seu peso e foi ganhando espaço e densidade, reclamando, se atravessando no sábado, e no domingo não deu trégua. Quando e como ter tempo para voar, esvaziar a mente das demandas cotidianas, encher-se e deixar-se levar pelas fantasias, pelo livre jogo de ideias e sensações? Lá fora, a Boca do Monte está coberta por uma fleumática cerração. É só num primeiríssimo plano que se percebe que a fina neblina cai com grandes dificuldades. Do esqueleto do prédio, em construção, do outro lado da rua, só se vê sombras e de lá vem o ladrar de todas as manhãs e que termina com grunhidos carinhosos de um cão dando boas vidas aos operários. As andorinhas seguem entocadas junto do ar condicionado. Até elas se recusam alçar vôo nesta manhã de pastosa umidade. A Bianca, no canto do quarto, de orelhas atentas, tem o olhar fixo no aparelho e não perde a esperança de voltar a ter uma delas entre suas garras.

Naquela noite ela montou guarda sobre o peitoril da janela. Paciente, imóvel como uma esfinge, esperou que a ave chegasse ao alcance de suas garras. Seus músculos tinham a tonicidade justa para dar o golpe fulminante e com paciência ali ficou a espera. Sem mover um pelo sequer. Ela tinha como campo de visão não mais de sete centímetros de altura pela largura da folha aberta da janela. Espaço suficiente, entre a cortina e o marco, para acompanhar o movimento da rua durante a noite. Foi dali, numa noite de brisa cálida vinda do norte, que ela sentiu-se estufada de satisfação. No instante do ataque, o brilho de seus olhos deve ter cegado a andorinha e iluminado o quarteirão, mas não foi o que nos despertou. E sim um agudo e desesperador piar do pássaro pedindo ajuda e, a contra canto, do ninho, os filhotes faziam coro grego aumentando o clima de tragédia eminente. “Solta Bianca!”, gritou da cama a patroa congelando a cena.

A gata com a andorinha entre garras e dentes, ainda sobre o beiral da janela, no momento em que a luz foi acesa, fixou o olhar sobre a dona enquanto girava lentamente a cabeça a um lado. Seus olhos bem abertos e brilhantes interrogam o porquê de tal demanda? Semelhante esforço para nada!! Horas de espera numa só posição. Neste clima tenso e dramático, em sobre salto desperto com a ordem terminante dada à gata. Com este novo ponto de atenção a gata se descuida e a ave escapa. Voa chocando-se na janela refletida no espelho do ropeiro. “Apaga a luz!”, digo. O tempo foi justo para que eu levantasse a cortina, a andorinha se recompusesse e mergulhasse num vôo agudo no retângulo escuro da janela. Atrás dela a gata se equilibra no beiral, limite do vazio que se abre sobre a rua. Ali, recortando de branco a noite, ela acompanhou a andorinha fundir-se na escuridão.

Nesta fria manhã de segunda-feira, debaixo do cobertor, deixo que as mazelas de fora da cama entrem devagar e com poesia para que eu possa ruminá-las. O homus faber é, antes de tudo, um ser lúdico e não o contrário. A nossa ludicidade, como reação a insatisfação cotidiana, é a que nos nove a fazer, querer e a transformar. Não há criação sem o devaneio, estado de conjugações abertas ao vôo poético. Mas este processo, no meu modo ver, tem lugar certo para exercitar e é numa cama cheirosa e quentinha. Num quarto onde só é permitida a entrada de delicadas réstias de luz anunciando que é dia. É nesta contradição do dever levantar e do prazer de ficar na cama que se dá o ambiente para o ato de devanear. De voar por imagens e sensações aleatórias e que nos levem a divagar. Somos seres incompletos e é esta carência que nos leva a querer e, consequentemente, a desejar. Tesão que anima o nosso ser incompleto e que nos move a ação. Fazer que não se reduz à obrigação ou a imposição do dever, mas antes de tudo que seja produto do querer aqui e agora. Resultado que não é medido como tão pouco se encontra nos receituários de autoajuda ou de outros enquadramentos burocráticos do sistema capitalista. Ao contrário, estes resultam em relações apáticas ou vulgarmente denominadas broxantes. Para chegar ao fazer, como reação psicofísica, é necessário ser sujeito do teu querer e as bases simbólicas desta construção, da busca da satisfação, nascem no devaneio, que no meu caso só se dá entre os lençóis da minha cama.


Secretário Executivo do CONDESUS* condensus@quartacolonia.com.br


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Créditos: Divulgação

Quarta Colônia Viva

O panorama rural de Faxinal do Soturno

Agricultura Familiar é o alicerce

Pequena propriedade, mão de obra da própria família e prioridade no cultivo de produtos de subsistência. Eis as principais características da agricultura em Faxinal do Soturno, que segundo o geógrafo Selvio João Dotto, secretário municipal da Agricultura e Meio Ambiente, preserva essa essência desde os tempos dos imigrantes. Para ele, este tipo de agricultura sempre foi vista e tratada pelo setor econômico e produtivo, e mesmo pelos próprios governantes, em igualdade de condições às grandes propriedades. O ponto positivo é que, mesmo diante das dificuldades, sempre se manteve, assumindo o papel de segmento produtivo de grande importância para a comunidade. Contudo, foi somente na década de 90, com a criação do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), que o segmento legitimou essa imagem. E esse processo de concretização não é diferente em Faxinal do Soturno. “A agricultura familiar vem se firmando no setor primário como um segmento de vital importância na economia das comunidades e, principalmente, na produção de alimentos. Isto em função da modernização que o processo produtivo está sofrendo, através da mecanização, do uso de novas tecnologias, formação e utilização de mão de obra especializada, agroindustrialização e diversificação, fatores estes que permitem o aumento da produtividade e, consequentemente, o volume produzido”, explica Dotto.


  • Raio X - De acordo com o Censo Demográfico - 2006 (IBGE), o município possui uma população de 6.343 habitantes, sendo que destes mais de 60% vivem no meio urbano e a maioria das famílias que compõe esta população desenvolvem suas atividades na produção agropecuária, nos 527 estabelecimentos agropecuários do município (Censo Agropecuário - IBGE - 2006). Conforme os dados da secretaria, o setor agropecuário, mais especificamente o setor agrícola, é de fundamental importância para o desenvolvimento da cidade. “Isto porque é o que mais emprega pessoas e o que desencadeia o desenvolvimento do setor secundário, através da indústria de beneficiamento de grãos, principalmente o arroz, fornecendo matéria-prima, e o setor terciário (comércio e prestação de serviços), onde a maioria dos recursos oriundos no setor primário são gastos na própria cidade. Pode-se dizer que a agricultura hoje no município de Faxinal do Soturno é o alicerce da economia do município”, ilustra o secretário.


  • Envolvimento - Os faxinalenses participam ativamente dos eventos e festividades rurais. Todas as comunidades realizam anualmente a Festa do Padroeiro, por exemplo. A atitude agrega valor à atividade rural. A prova é o desenvolvimento do turismo gastronômico e religioso, e o surgimento de novas agroindústrias e a organização social as molas propulsoras.


  • Novidades - Com a coordenação das secretarias municipais da Agricultura e Meio Ambiente e da Educação e Cultura, em parceria com a Emater, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Banco do Brasil, o município está cadastrando todos os produtores e propriedades da agricultura familiar que queiram vender seus produtos para a merenda escolar a partir de 2010. A administração deverá fazer vistorias para a verificação das condições de higiene e ambientais. Posteriormente, será fornecido o Selo de Qualidade Municipal (SQM) ao produto. Este trabalho se dá devido à Legislação vigente, que diz que pelo menos 30% da merenda escolar fornecida deve ter origem na agricultura familiar.


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Faxinal do Soturno tem na agricultura familiar o seu alicerce. Na foto, a imagem de um pomar de laranjeiras.

Créditos: Arquivo Administração Municipal


Fale conosco

Na região da Quarta Colônia, os costumes dos imigrantes ainda estão arraigados na vida dos moradores. A principal atividade econômica da região, por exemplo, é a agricultura familiar. Grande parte das famílias reside e trabalha no meio rural, em locais que também guardam belas paisagens naturais e preservam os traços históricos e culturais da região. Seja como turista, seja como morador ou trabalhador da Quarta Colônia, conte-nos sua experiência no meio rural da região. Queremos contar a sua história aqui. Basta entrar em contato com a redação do Caderno pelo e-mail: contato@cadernoquartacolonia.com.br.


Nossa Gente, Nossa Atitude

Da infância, os sabores. Para a vida adulta, os valores

O clima da Quarta Colônia não é atraente apenas para os turistas que visitam o lugar e se encantam com alguma coisa - a qual a maioria das pessoas não sabe explicar, mas acredita só ter encontrado lá. A mistura de um silêncio diferente que se mantém - como se houvesse algum secreto apelo ao recolhimento e à reunião íntima -, de um aroma único de comida caseira, do sorriso das pessoas. Tudo parece ser ingrediente de uma receita de lugar perfeito. Marilene Vizzotto Meinen, auxiliar de enfermagem, 54 anos, aposentada, fala um pouco sobre esse clima. Sua terra natal é Vale Vêneto, São João do Polêsine. Ela revela que foi lá que aprendeu os valores que carrega até hoje. “Lá tive uma infância e adolescência simples, de muito trabalho mas também de muitas alegrias convivendo com meus seis irmãos e meus pais, e aprendendo que a simplicidade e a honestidade são os principais legados da vida”, comenta. Marilene conta que os princípios e valores cultivados na região como a religiosidade, a solidariedade e amizade, assim como o espírito de família e cooperação, são expressados de modo diferente. “Conhecemos praticamente todos os habitantes do vilarejo pelo nome. Cada família cultiva ou produz algo que mais tarde é trocado com os vizinhos e isso não é praticado nas grandes cidades, onde mal conhecemos quem mora na frente da nossa casa. Além disso, a união para realizar os eventos festivos da vila é muito intensa, a cada festa todos se unem para acolher da melhor maneira os visitantes”, ilustra. Hoje, Marilene mora em Santa Maria, mas não esconde seu apreço pela região. “Enquanto meus pais eram vivos íamos quase todos os finais de semana, agora infelizmente nos afastamos um pouco, mas procuramos prestigiar as festas típicas. Sinto muita falta da convivência com os vizinhos e amigos”, comenta. Quando questionada sobre alguma história, causo, lembrança marcante, ela relembra os torneios de futebol, que aconteciam nos meses de janeiro, e a tradicional festa da gruta. “Era muito bom porque as cidades vizinhas compareciam. E uma lembrança bem particular é que minhas irmãs, meus amigos e eu adorávamos o mingau de chocolate da tia Zilda Iopi, que era servido no recreio da escola”, completa.


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Marilene guarda até hoje as lembranças da infância. Ela acredita que os princípios valorizados hoje têm origem na sua terra natal.

Créditos: Arquivo pessoal


Em revista

Acontece

Quarta Colônia ganha visibilidade em Santa Maria

Destino de muitos quando o desejo é de paz e tranquilidade, os cenários da Quarta Colônia chamam a atenção pela beleza e encanto de suas riquezas naturais. Sempre valorizados como opção turística da região central do Rio Grande do Sul, os nove municípios que integram a microrregião da Quarta Colônia também ganham espaço em Santa Maria. O Sistema de Atendimento ao Turista (Sat), lançando seu novo espaço na Estação Rodoviária, expõe materiais promocionais e artesanato das cidades da Quarta Colônia. Segundo Rafael Ruviaro, turismólogo responsável pelas políticas de desenvolvimento regional da Secretaria de Turismo de Santa Maria, o incentivo atende uma necessidade básica da região, que é a de oferecer informações sobre os produtos turísticos da região.

Além do material informativo, a Sat instalou um totem que expõe, na área externa da unidade de atendimento ao turista, os passeios da Quarta Colônia. “A iniciativa do projeto é da secretaria de Turismo de Santa Maria e do programa Sat, contando com o apoio da Emater, da Estação Rodoviária, do Centro Universitário Franciscano e da Associação de Hotéis, Restaurantes, Agências de Viagens e de Turismo de Santa Maria”, salienta Ruviaro. O desenvolvimento do projeto também conta com apoio das Secretarias de Turismo dos municípios da Quarta Colônia, e do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus).


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Os turistas procuram informações sobre a Quarta Colônia e inserem a região na sua lista de opções.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


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O Sistema de Atendimento ao Turista (Sat), lançando seu novo espaço na Estação Rodoviária, expõe materiais promocionais e artesanato das cidades da Quarta Colônia.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Agenda

Tango é a atração de amanhã

Silveira Martins é palco para a atração

A temporada 2009 do projeto Noite de Tango chega à reta final neste sábado, dia 17 de outubro, no restaurante Val de Buia, em Silveira Martins. A iniciativa da bailarina argentina Astrid Balsells está em sua terceira edição e monta um verdadeiro espetáculo para os participantes: a noite inclui aula de tango com os bailarinos, jantar com comida típica da Quarta Colônia, show de tango com cantor e bailarinos argentinos e orquestra e baile dançante, com a inclusão de outros ritmos.

O evento de amanhã é a penúltima apresentação em Silveira Martins da temporada 2009 da Noite de Tango. No dia 13 de novembro, será realizado o encerramento da terceira edição do projeto no município. Na noite seguinte, o show Tanguidad Portenã, com os artistas argentinos da Noite de Tango, estará em Santa Maria, no Theatro 13 de Maio.

Para o evento de amanhã, os ingressos antecipados custam R$50,00 por pessoa e podem ser adquiridos no restaurante Val de Buia ou com a bailarina Astrid Balsells. Para mais informações, entre em contato com o restaurante pelos telefones (55) 3224 1043 ou (55) 3221 4230.


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É amanhã a Noite de Tango. E Silveira Martins é o grande palco.

Créditos: Arquivo pessoal