SEARCH
TOOLBOX
modified on 27 de janeiro de 2011 at 17h43min ••• 5 366 views

Quarta Colônia (155)

De Wiki.dois

12outubroquartacoloniaCAPA FINAL.jpg

Quarta Colônia

  • Data de Publicação: 12 de outubro de 2009



Tabela de conteúdo

Especial Cidades & Cotidiano

Passado e presente se encontram em Nova Palma

Muita luta e dedicação oportunizam informações acerca do passado da região

Há quem diga que a consciência de família e de tradição é a raiz da cidadania e, inclusive, da autoestima. O conhecimento acerca de nossas origens e sua ligação a uma cultura é uma redescoberta da identidade. Talvez um mistério ou mais: a necessidade do passado no entendimento do presente. Muitos são os motivos para quem busca esse entendimento. Em maior número, a obtenção da cidadania através dos antepassados é o intuito. Mas também o resgate, por si só, é objetivo de investigação e estudo. Na Quarta Colônia, a segunda motivação, pela busca histórica, parece fazer história. Um ambiente silencioso, uma equipe enxuta, um trabalho valioso, pouca verba e muita luta revelam, todos os dias, muito desse espírito de estudo. Nem todo mundo conhece, nem todo mundo sabe de sua existência ou, se sabe, não mensura o seu real valor. Contudo, sobrevivendo às dificuldades, o Centro de Pesquisas Genealógicas (CPG) de Nova Palma existe e é o destinatário de cartas cheias de dúvidas que trazem como remetente pessoas das mais diversas localidades do País e do mundo.

A organização coloca à disposição dos interessados cerca de 1700 sobrenomes italianos que, a partir de 1878, se dirigiram para a Quarta Colônia. O responsável por todas as gavetas lotadas, pelos incontáveis registros e pelas prateleiras transbordando de informações é o padre Luiz Sponchiado. Associado do Colégio Brasileiro de Genealogia, ele tem mais de 50 anos à frente do trabalho e de uma vida dedicada à pesquisa. Uma voz mansa, um “ecco” como afirmativa e bastante dificuldade para ouvir. Uma máquina de datilografar antiga para responder às solicitações e uma boa vontade sem fim. Esse é padre Luiz ou Luizinho como os moradores o chamam. Depois de nos revelar a envolvente história, que vai desde a formação de uma comissão para celebrar o centenário da imigração italiana, por volta de 1973, até a rotina atual de buscar nomes e datá-los, além de procurar e armazenar documentos, ele volta atento ao trabalho. Com uma luminária improvisada e um “quebra-cabeças” na mesa, ele lê atento às cartas, se volta à pesquisa e coloca no lugar os registros mostrados à reportagem. Enquanto isso, Liriana Stefanello, graduada em História e mestranda em Patrimônio Cultural, nos acompanha num “tour” pelo pequeno espaço físico, grande na riqueza das informações.

Esperança - Otimista, a jovem profissional que dedica a sua cultura à melhoria do espaço, revela que são muitas as necessidades, mas que acredita numa mudança positiva no quesito consciência populacional acerca da sua própria história. Ela apresenta os poucos computadores, as milhares de caixas, todas etiquetas com os sobrenomes que têm acervo no centro, uma biblioteca onde cada espaço é aproveitado ao máximo e uma estante com os vídeos, os quais carecem urgentemente de conversão para versões mais atuais. “Muito daqui necessita de atenção especial e profissional para não ficar perdido. Trabalhamos diariamente para que toda a história voltada para Nova Palma e região tenha a projeção e o espaço que merece”, diz ela, mostrando certidões originais de algum dos personagens que por aqui construiu um pouco dos fatos e feitos que fizeram de nós o que somos hoje. Um projeto para a construção de um Centro Cultural Municipal, que teria todo um amplo andar para o CPG já foi aprovado. O momento atual é de espera, desejo de concretização e perspectivas de sucesso e reconhecimento.

Informações

Centro de Pesquisas Genealógicas Rua Raimundo Aléssio, nº 320 CEP: 97250-000, Nova Palma, RS


Fotoumpcapa foto padre.jpg

Pelo trabalho de resgate das origens, memória e cultura do povo da região central do Estado, o padre Luiz Spochiado já recebeu várias homenagens. Entre elas, o título de Comendador da República, em 2000, concedido pelo Governo Brasileiro, e o título de “Cavalliare Dell Oridine al Mérito”, pelo Governo Italiano.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Capafotodois2foto liriana.jpg

Liriana (foto) conta que o CPG possui arquivos com as informações sobre os antepassados dos imigrantes, diversos outros documentos como fotos, livros, escritos, cronologias, gravações de vídeo e áudio.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Capatres3 foto gaveta.jpg

Foto acapaquatro4rquivo.jpg

O espaço é todo ocupado. O conteúdo, que transborda conhecimento, espera a nova sede e o seu devido local.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Pesquisa & Realidade

Tempo e Espaço

José Itaqui*


Nos anos noventa apresentamos, para a Escola Municipal de 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental do Val Veronez (Silveira Martins), o tema gerador “Meios de Transportes”. Esta proposta fazia parte do Programa de Educação Patrimonial. Para desenvolvê-la, em primeiro lugar, a professora e seus alunos tinham de identificar na comunidade quem possuía um caminhão novo, se possível do ano; um caminhão mais antigo e em funcionamento; um trator com reboque; uma carroça puxada por quatro ou seis cavalos e; uma carreta tracionada a bois. Identificados os proprietários, era necessário convencê-los de que se dispusessem levar, de forma gratuita, os escolares num breve passeio. Depois de realizadas estas atividades, por último, os alunos fariam o mesmo trajeto percorrido caminhando. A ideia objetivava, através destas vivências, possibilitar aos alunos a comparação entre as relações de tempo e de espaço percebidas durante o deslocamento com estes diferentes meios de transportes. Experiências que permitiam ter uma ideia do quanto evoluímos desde o tempo em que o menino João Zamberlan, nas primeiras décadas do século XX, necessitava para fazer o trajeto com uma carroça entre o Val Veronês e a cidade de Santa Maria.

Quando comprei o meu primeiro computador tinha nas mãos uma máquina incrível e que me permitia fazer, por exemplo, uma planilha numa rapidez impressionante. Mas, não levou muito tempo para que eu percebesse o tempo que era gasto na gravação de cada documento, em buscar um documento, abrir um documento. Tac tac tac ...., uma eternidade. Comprei então um IBM S1: uma máquina!! O encantamento logo se desfez! Não tardei para perceber que não era tão veloz assim e me descobria com o cotovelo sobre a mesa e o rosto apoiado na palma da mão esperando que ela fizesse a sua digestão “maquínica”. Com tanto para fazer eu ficava ali parado e ele tac tac tac e... tac tac... Basta!!! Tão logo sobrou um dinheirinho resolvi, quer dizer, deixei outras questões de lado, e dei um salto tecnológico. Atirei-me na informalidade! Sai da linha de produção fordista, com todos as ISOs e comprei um 392 XT montado nos baixos fundos, entre a Independência e a Cristóvão Colombo/POA. Única! Turbinada!!!

É impressionante como nos acostumamos com a velocidade e como ela é efêmera! Este estado é como se fosse um buraco sem fundo. Uma droga de pura insatisfação que se desfaz sem aviso prévio tornando-se decepção assim sem mais e nem menos. Mas este sentido de tempo e de espaço não se reduz a questões pontuais, muito pelo contrário, ela perpassa e se internaliza como forma de ser. A adrenalina que ela põe no sistema torna-se um vicio que mexe na nossa percepção. Comportamento que não se manifesta somente frente a um computador, mas a toda e qualquer situação que se dá no tempo e que não se enquadra no nosso ritmo, consequentemente, dificultando ou impedindo a nossa liberdade de ir e vir. O terrível de tudo isto, desta ansiedade, na verdade é isto - que este sentimento se manifesta também na direção de um automóvel. A adrenalina que a velocidade desencadeia inquieta e reclama um ritmo que o contexto, os outros parteners, nem sempre respondem na tua medida, na tua necessidade aqui e agora. É aí que mora o perigo. Este estado impulsivo (psicofísico), mediado por um automóvel, seja de duas ou de quatro rodas, concatena e desencadeia estímulos de difícil controle e de grande descarga energética: seja como ato de satisfação ou de estresse. A rapidez de cálculo do motociclista ou de um automobilista, num emaranhado de veículos, não é em si um problema individual deste ou daquele, mas coletivo. No trânsito, as pessoas/máquinas, organizam e injetam uma carga tão impressionante de tensão que transcende e energizam todos os demais atores. Querer chegar a um determinado lugar, numa sociedade cada vez mais pautada pelo tempo, em ambientes urbanos congestionados, é um exercício de alto risco - esta é uma sociedade de risco, que transforma o uso do espaço urbano numa guerra. Uns mais, outros menos, mas todos são corpos em ação, pressionados de todas direções e prontos para explodir frente um leve movimento das azas de um mosquito. E isto se chama caos e que só deixará de ser uma guerra no momento em que as máquinas, os computadores, nos tirarem da direção. O transporte coletivo é a saída para desarmar as pessoas e descongestionar as cidades.


Secretário Executivo do CONDESUS* condensus@quartacolonia.com.br


Quarta Colônia Viva

Em Agudo, tudo de bom

Traços da colonização européia são vistos com frequência pelas ruas e na cultura de Agudo. A cidade, berço da colonização alemã na região, é marcada pela influência germânica em vários aspectos. A história, permeada por trabalho e dignidade, é orgulho dos que lá vivem, e motivo de admiração para os que visitam o município. O turismo em Agudo atrai visitantes para admirar as belezas naturais e saborear as delícias da culinária local.

O Instituto Cultural Alemão é o destino ideal daqueles que buscam saber mais sobre os imigrantes que povoaram Agudo. Lá, há livros em língua alemã, móveis, peças de vestuário, utensílios, fotos e objetos pessoais dos primeiros moradores da cidade. Além do enfoque cultural, há outras opções de passeios, como a Rota Caminhos da Pommern. O trajeto atravessa a serra de Agudo, região de características bem diferentes do resto do município. “A região é a mais fria, inclusive nevando quando o inverno é rigoroso, possui vastas matas de araucárias”, conta a secretária interina de Indústria, Comércio e Turismo de Agudo, Simone Cardoso dos Santos.

Lugares como a Cascata do Chuvisco e a Cascata Raddatz mostram as riquezas da natureza local, assim como o Morro Agudo e a Gruta do Índio. E depois de tantas opções de passeios, se a fome chegar, delícias não faltam na cidade. Em Agudo, a gastronomia é diversificada, e traz influências diretas da colonização alemã, através dos doces e das famosas cucas da região. Relacionada com a variedade da culinária local, está a Festa do Moranguinho e da Cuca, evento já tradicional do calendário local, e que acontece em breve, no final de outubro.


Fotoumpagina3Agudo .jpg

Na foto, mais uma opção da cidade: O Balneário Hoffmann, localizado junto ao arroio Corupá, num mato nativo com sombra invejável. No arroio um poço com 3 metros de fundura é uma excelente opção para banho.

Créditos: Administração Municipal


Nossa Gente, Nossa Atitude

O coração é de Agudo e a vida pelas minorias

As marcas da idade no rosto não mudaram a expressão generosa e amigável de Laura Maria Lüdtke, enfermeira, cidadã honorária de Agudo e moradora de atuação expressiva na comunidade. Nascida em Santa Maria no ano de 1942, Laura dedicou os últimos 38 anos de sua vida à cidade de origem alemã da Quarta Colônia, seu lar “do coração”. Foi de Agudo que Laura conheceu o marido e primeiro médico da cidade, o senhor Landri Lüdtke, e foi lá que criou à quem deu a luz – dois filhos, um deles hoje psicólogo e, o outro, estudante no curso de Odontologia. Foi na cidade também que Laura iniciou a trajetória profissional na área da saúde, trabalhando na Associação Hospitalar de Agudo. Laura é formada pela antiga Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (FACEM) e fez cursos de especialização em Saúde Mental Coletiva, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e em Saúde Mental e Comunitária, pela Universidade do Ceará, em uma extensão em Porto Alegre. A formação acadêmica, no entanto, revela pouco sobre a faceta humanitária e lutadora de Laura. São os seus trabalhos junto à comunidade que demonstram a coragem e a garra para promover a saúde e a informação entre os segmentos marginalizados da sociedade, os idosos, as crianças necessitadas e os detentos. Apesar de já ter atuado no Lions Clube, na Casa da Amizade do Rotaract e na Pastoral da Criança, em Agudo, entre outras inúmeras atividades, Laura não se restringe ao trabalho na cidade. Ela já participou também de palestras informativas em cidades da região, como Faxinal do Soturno e Cerro Branco. “Nada é por acaso. Acredito que estou cumprindo uma missão”. É essa missão de amor e de boa vontade que destaca Laura. E não poderia ser diferente. A frase que ela elege como sendo a sua diz tudo: “Não me esperem para a colheita, pois eu estarei sempre semeando”.


Segundafotopaginadois2Foto laura.jpg

“Não me esperem para a colheita, pois eu estarei sempre semeando”.

Créditos: Studio Drescher


Teu Causo

Em todos os lugares, Agudo está repleta de marcas da colonização alemã. Nos costumes, na culinária, na preservação cultural, nas próprias ruas e paisagens naturais da cidade, há sinais de apreciação pelos primeiros moradores do local. Belamente preservada, Agudo oferece diversas opções para os visitantes que passam pela região. Você já teve a oportunidade de conhecer outras cidades na região? Ficou encantado com algum aspecto da cultura local? Compartilhe sua experiência e participe da produção do Caderno Quarta Colônia!

É só entrar em contato conosco pelo e-mail contato@cadernoquartacolonia.com.br e mandar a sua história! Aguardamos a sua contribuição!


Acontece

Tudo pronto para a celebração da cultura italiana

A XXIV Semana Cultural Italiana de Vale Vêneto, distrito do município de São João do Polêsine, foi lançada oficialmente no dia 11 de outubro, tendo como patrono o Padre Clementino Marcuzzo. Falecido no dia 15 de junho, ele também era graduado em Jornalismo e um apaixonado por História. Foi uma figura marcante na região e tornou-se referência porque pesquisou e fomentou a união de descendentes da Quarta Colônia. O evento se estende até o dia 18 e ocorre paralelamente ao XXIV Festival Internacional de Inverno da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e ao XXVI Encontro dos ex-alunos de Vale Vêneto. A atração visa a criação de espaços para a celebração e integração das tradições dos imigrantes do norte da Itália que desembarcaram na região em 1878.

A vasta lista de atrações iniciaria em 24 de junho e se estenderia até o dia 02 de agosto. Entretanto, os eventos tiveram a realização adiada devido à gripe A. Passada a insegurança gerada no período de cancelamento, a tradição se mantém e os eventos vêm concretizando o sucesso de público e a programação privilegiada. A atração de maior destaque é o desfile típico, que neste ano veio com a história dos imigrantes com fé, esperança e trabalho. O turismo sustentável da Quarta Colônia, uma noite do porco e uma italianíssima, concertos e corais, músicos nacionais e internacionais, que participam de oficinas e cursos, devem movimentar São João do Polêsine. Vale Vêneto situa-se no centro do Estado, 40km distante de Santa Maria e 280km de Porto Alegre. O distrito abriga o Museu Histórico de Vale Vêneto, que possui o maior acervo histórico e cultural italiano do Rio Grande do Sul, retratando toda a história da fundação e desenvolvimento da localidade.


Primeirafotocontracapa1umFoto festival.JPG

Os tradicionais eventos iniciaram no dia 11 de outubro e a comunidade aguarda os turistas.

Créditos: Andrewes Pozeczek Koltermann/doisac.com


Boa ação

Para a criançada

Valorizar a criança é palavra de ordem em Faxinal do Soturno, e o mês de outubro iniciou com atividades dedicadas a elas. Dia 3 de outubro, aconteceu o 1° Passeio Ciclístico do Dia da Criança para comemorar o dia dedicado aos pequenos. Além do evento, a criançada ganhou uma nova opção de lazer. A Praça Vicente Pallotti foi revitalizada, ganhando novos canteiros, bancos, luminárias e reformas nas estruturas físicas, como banheiros e a Casa das Artesãs. Mas o que chamou a atenção das crianças é o novo playgroud, que mesmo antes da finalização da reforma da Praça Matriz, já foi escolhido o destino dos pequenos que buscam diversão. Conscientização As campanhas “Participe e Recicle”, “Conscientização de Proteção e Controle de Animais”, “Aproveitamento de Óleo de Frituras” e “Recolhimento de Pneus Usados”, de Faxinal do Soturno, tiveram o pontapé inicial no último dia 5. A primeira ação, a campanha “Participe e Recicle”, mobilizará os faxinalenses no recolhimento adequado de pilhas comuns e baterias de celular. Será disponibilizado nas escolas municipais e estaduais um recipiente para coleta desses materiais usados, assim como um posto de coleta central na Prefeitura Municipal para a comunidade em geral. A campanha de “Conscientização de Proteção e Controle de Animais”, por sua vez, será em prol dos cuidados com os animais de estimação como cães e gatos. Serão desenvolvidos, também nas escolas, trabalhos como exibição de filmes, palestras e distribuição de material educativo acerca do tema. Seguindo a linha educativa, a campanha “Aproveitamento de Óleos de Frituras” sensibilizará as pessoas sobre os cuidados com o meio ambiente. Será coletado todo o óleo de cozinha usado em frituras, depois de acondicionado em garrafas de plástico ou vidro. Os locais de recolhimento serão nos postos de combustíveis do município. O material recolhido será encaminhado para reciclagem e produção de sabão em oficinas que serão realizadas no Horto Municipal. Os produtos de limpeza serão distribuídos em escolas e hospitais. Por último, na ação “Recolhimento de Pneus Usados”, serão coletados pneus tanto da área urbana quanta da rural. Após, eles serão reciclados para evitar a proliferação de inseto e principalmente do mosquito da dengue, evitando que essa doença chegue às comunidades.


Boaaçaofotodois2Crianças.jpg

A conscientização em torno da valorização do meio ambiente é palavra de ordem em Faxinal do Soturno.

Créditos: Divulgação


Agenda

1º Festival do Lambari

Terceirafoto3Foto lambari.jpg


Aconteceu, no último domingo, no dia 11, às 20h, o primeiro Festival do Lambari em Dona Francisca. A ação foi uma promoção da secretaria municipal de Cultura, Desporto e Turismo. O Festival ocorreu no Desporte Cinquentenário. Além do lambari, o prato da noite contou com polenta e radite. Para mais informações, o telefone é (55) 3268 1235.