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Fenarroz – Edição 3

De Wiki.dois

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FENARROZ - EDIÇÃO 3

  • Data de Publicação: 28 de fevereiro de 2008
  • Circulação: Circula encartado nas cidades de Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e suas respectivas regiões.



Tabela de conteúdo

Cachoeira do Sul se mobiliza:

Empresas e produtores do setor orizícola mundial preparam-se para a MultiFeira Internacional


Em foco:

Imprensa Regional conhece Agropecuária Barufaldi


Projetos e investimentos foram os temas centrais de um grande encontro promovido pela Agropecuária Barufaldi no dia 13 de fevereiro. O advogado e agropecuarista Wilson Barufaldi e família reuniram representantes dos principais órgãos da imprensa regional e, jornalistas e radialistas puderam conferir as novidades sobre a atuação da agropecuária na Região Sul do país. Com uma apresentação oficial sobre os projetos e investimentos que estão sendo feitos na localidade de Capanezinho, distante cerca de 60 quilômetros do centro de Cachoeira do Sul, na oportunidade a família Barufaldi ressaltou pontos especiais para o agronegócio da região. Entre eles, de acordo com a empresa, em uma área de aproximadamente 2.500 hectares estão sendo produzidas sementes de alta qualidade e padrão genético, graças a uma equipe de colaboradores especializados e comprometidos com a filosofia de trabalho da direção. Segundo o próprio Wilson Barufaldi, o que atraiu o empreendimento, também atuante em Minas Gerais, foi o potencial de crescimento que a cidade tem. A hospitalidade do povo, a excelência do solo e a localização privilegiada foram pontos preponderantes para o negócio que, além de empregar mão de obra local, prima por uma filosofia de crescimento do quadro funcional através de um programa de participação no faturamento e lucros da organização. Somado a esse diferencial, Barufaldi ressalta que todas as decisões são tomadas em grupo: "Aqui, não determinamos nada. Abrimos as discussões para que os responsáveis argumentem e, juntos, tomemos as decisões finais”.

Da pecuária, a agricultura com ares de progresso


Com a compra de terras que eram utilizadas para a criação de gado, a família Barufaldi aproveitou uma oportunidade e caminha a passos largos rumo ao progresso. O empreendedorismo de Wilson e o apoio incondicional de sua esposa Sônia transformaram a propriedade em um modelo de qualidade e produtividade para a região. Voltada para a produção de sementes com alto padrão de qualidade e certificação de mercado, a Agropecuária Barufaldi além da motivação e união familiar precisou investir pesado na preparação do solo e pesquisas de variedades. O resultado foi a consolidação de um sonho e o progresso contínuo. A fazenda produz sementes de soja, arroz, trigo e aveia e a comercialização é feita para todo o Rio Grande do Sul.


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A Agropecuária Barufaldi conta com uma equipe especializada para o processo de produção de cultivares, tem o seu mercado baseado em todo Sul do Brasil e, ainda, atua em Minas Gerais.

Créditos: Arquivo Agropecuária Barufaldi.


A capital nacional do arroz se prepara para a visita de empresários e produtores de diversas partes do mundo

Não se fala em outra coisa. A comunidade de Cachoeira do Sul e os produtores de arroz de pequeno, médio e grande porte querem saber: Quais são as surpresas que a 15ª edição da Feira Nacional do Arroz reserva para o público? Depois do presidente Érico Razzera ter afirmado que o suspense continua a ser uma estratégia da feira, mais se confirma a idéia de que as maiores empresas do setor orizícola do mundo guardam em segredo seus lançamentos em maquinários, implementos e serviços somente para o abrir dos portões do parque sede do segundo maior evento do ramo em todo mundo. De acordo com o assessor de imprensa da feira, Celso Rafael Elesbão, a tarefa de preparar-se para recepcionar essas empresas e manter a imagem de reconhecimento perante as indústrias internacionais não é simples. O assessor conta que o engajamento e comprometimento com as atividades diárias no parque são os diferenciais para o sucesso do evento, que deverá acontecer de 24 de maio a 01 de junho. “A organização da Fenarroz tem trabalhado com dedicação na infra-estrutura do parque, comercialização de espaços para estandes e expositores e também na programação do evento”, salienta ele.


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Quando o Parque Ivan Tavares abrir os portões para a 15ª Fenarroz, cerca de 200 mil pessoas participarão do evento.

Créditos: Arquivo Fenarroz.


Gente que faz bonito na bonita terra da Multifeira Internacional

Saiba por que Cachoeira do Sul se mantém forte no cenário mundial


Com uma estrutura que compreende uma área de 10 hectares, um pavilhão de exposições, praça de alimentação, um auditório para 200 pessoas e um ginásio de eventos com capacidade para 6.500 pessoas, a Fenarroz já provou que tem espaço de sobra para negócios de sucesso. Mas essa história de evento consagrado tem uma bagagem de 65 anos e não seria a mesma se não contasse com o espírito empreendedor dos cachoeirenses. Desde 1941, quando o evento resumia-se em uma comemoração à colheita do arroz, até a evolução marcada por uma trajetória que traz em suas páginas a presença dos presidentes Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo, a Fenarroz se destaca pela garra das personalidades locais que deram forma e garantiram o sucesso atual do evento, ocupando cargos na organização da feira.

De acordo com a executiva da Fenarroz, o sucesso é tamanho que os três pavilhões destinados aos comércio de artesanato durante a 15ª Fenarroz já estão com lotação esgotada. A Vice-presidência de Indústria e Comércio conta com lista de espera de interessados nos estandes, caso haja desistência de alguns dos expositores com contratos já assinados. Os pavilhões somam 52 estandes, que serão ocupados por expositores de Cachoeira do Sul, Faxinal do Soturno, Passo Fundo, Crissiumal, Porto Alegre, São Leopoldo, Santa Cruz do Sul, Sarandi, Campo Bom e São Sebastião do Caí.

Não é à toa que o Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi), por exemplo, firmou-se no município. De acordo com o gerente regional da empresa, Roberto Menezes de Vargas, a Fenarroz é uma feira de negócios com abrangência internacional e a presença do Sicredi é de fundamental importância para o fortalecimento e imagem de seus negócios: “Durante a feira, as maiores empresas do setor orizícola do Brasil e de vários países do mundo apresentam suas máquinas, equipamentos e implementos aos produtores e empresas do setor. Esta é uma oportunidade para a nossa região mostrar o seu potencial e seus produtos e, o Sicredi, como uma instituição financeira da comunidade, coloca-se à disposição dos seus associados para auxiliá-los no momento de concretizar seus negócios”.

Como os demais expositores, o Sicredi prepara suas surpresas para o evento, mas adianta que está preparando um estande que contará com a participação de profissionais qualificados para o atendimento ao público.


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A paz do cartão postal do município, o Château d'Eau, revela o início do espírito empreendedor na cidade. O conhecido Castelo das Águas foi inaugurado em 1925 para bombear água até as partes mais altas da cidade.

Créditos: Divulgação

Fenarroz transforma-se num verdadeiro centro econômico e reúne empresas que fazem do evento uma ferramenta de negócio

Conheça a opinião de tradicionais empresas de Cachoeira do Sul que apostam no fortalecimento de seus negócios durante a Fenarroz


Caracterizada como uma feira de grandes negócios e de atrações turísticas, a Feira Nacional do Arroz (Fenarroz) tem uma trajetória de progresso. Sua primeira edição aconteceu em 1941 e de uma festa para comemorar a colheita do arroz, tornou-se o maior evento do ramo na América Latina.

De 2000 para cá, a feira concretizou-se no cenário mundial e, a cada edição, vem trazendo novidades em implementos agrícolas, máquinas e equipamentos tecnológicos voltados à área orizícola. Hoje, com o perfil voltado aos negócios, a feira reúne expositores internacionais e promove eventos paralelos direcionados às diretrizes e políticas da cadeia produtiva do arroz, tendências do Mercosul e globalização, mercado de agronegócios, importação, marketing e redução de custos de energia elétrica na irrigação. Eventos culturais, shows locais e regionais também compõem o cenário de progresso.

Mas o destaque vai para aqueles que acompanharam de perto essa história e participaram dessa trajetória de desenvolvimento. A Cooperativa de Eletrificação Centro Jacuí Ltda (Celetro) e a empresa Orlando Thoma Comércio de Bombas Flutuantes para Lavouras são dois exemplos inseridos no cenário de sucesso propiciado pela Fenarroz.

De acordo com o responsável pelo setor de marketing da Celetro, Edson Moraes, a cooperativa participará da feira junto à Associação das Cooperativas de Cachoeira do Sul (Ascop) e essa participação está intimamente relacionada ao respeito pelo associado e desenvolvimento regional. “O presidente José Benemídio de Almeida preza pela imagem da Celetro e confia na Fenarroz enquanto oportunidade para manter o seu compromisso de proximidade e lealdade junto ao associado”, ressalta ele.

Compartilhando da mesma opinião, Orlando Thoma, proprietário da empresa Orlando Thoma Comércio de Bombas Flutuantes para Lavouras e Vice-presidente da Indústria e Comércio da feira, classifica o evento como uma promoção móvel: “Não há melhor oportunidade de aproximarmo-nos do nosso público de interesse. É uma promoção móvel e que, como vantagem, assegura o contato e o retorno desse público de forma imediata e em tempo real”.

Ambas organizações reservam surpresas para os dias do evento. A Celetro tem a perspectiva de auxiliar na legitimação do cooperativismo e a Orlando Thoma já anuncia um lançamento único, mas não revela detalhes. É aguardar para ver!


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O presidente da Celetro, José Benemídio de Almeida, prima pela proximidade com o associado.

Créditos: C. R. ELESBÃO / ESPECIAL


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Novo conceito em bombeamento é o atual diferencial da Orlando Thoma

Créditos: Arquivo Orlando Thoma