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Cachoeira do Sul – Edição 1

De Wiki.dois

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Cachoeira do Sul - Edição 1

  • Data de Publicação: 28 de dezembro de 2007



Tabela de conteúdo

Cachoeira do Sul se prepara para a 15ª edição da maior feira orizícola das Américas

Conheça a história do município sede da Fenarroz e confira os preparativos para o evento

A “Capital Nacional do Arroz” ou a “Princesa do Jacuí”, como é conhecida Cachoeira do Sul, é o quinto município mais antigo do estado. Reconhecido mundialmente como sede da maior feira orizícola das Américas, foi emancipado da cidade de Rio Pardo e instalado em 1820. A história conta que a origem de seu nome está associada a uma antiga cachoeira do Rio Jacuí. Descoberta em 1750 por portugueses vindos de São Paulo, Cachoeira do Sul iniciou seu povoamento com os soldados da metrópole. Três anos mais tarde, casais açorenos alojaram-se nas terras do município e fizeram da agricultura local uma fonte de renda. Marcada por sucessivas disputas entre espanhóis e portugueses, hoje Cachoeira é uma cidade rica em atrativos culturais e naturais. O Parque Municipal da Cultura, a Igreja Matriz de Santo Antônio e a Catedral Nossa Senhora da Conceição são alguns exemplos. As Estâncias da Capelinha e do Lajeado, bem como a ponte do Fandango, sobre o Rio Jacuí, também são pontos que atraem turistas.

Atualmente considerada uma das 14 capitais farroupilhas do Estado, a cidade encontra-se na mesorregião do centro oriental riograndense e na microrregião de Cachoeira do Sul. Devido aos seus laços históricos com a cultura do arroz, sedia a Feira Nacional do Arroz (Fenarroz), que além de ser a maior das Américas, é dada como o segundo maior evento do mundo no setor. Evento de grande porte e voltado para os grandes negócios, a feira ganhou reconhecimento internacional e, edição após edição, os processos de industrialização do plantio, colheita e beneficiamento do arroz adequaram-se à tecnologia, e as indústrias aprimoram seu trabalho e revelam novidades nos dias da feira.


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A Catedral Nossa Senhora da Conceição e a Ponte Fandango são alguns dos atrativos de Cachoeira do Sul.

Créditos: Divulgação

Sucesso à vista

Veja o que diz o Presidente da Fenarroz sobre a 15ª edição da feira que é um dos orgulhos do RS


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Mariana Amaral, rainha da Fenarroz


Os produtores de arroz e as indústrias do ramo de Cachoeira do Sul, Estado e país aguardam cheios de expectativa a 15ª edição da feira que promete sucesso na programação e no conteúdo de suas atividades. De acordo com a projeção do Presidente da Executiva da Fenarroz, Érico Razzera muitas mudanças vem aí. “Queremos continuar com uma feira voltada para os negócios, mas sem deixar de lado o entretenimento aos visitantes. A perspectiva é boa e o planejamento e execução para as novas ações vêm caminhando juntos”, destaca ele.

O Presidente conta que 90% do espaço para expositores já foi vendido. Segundo ele, o conhecido “jogo do negócio” já iniciou. “A partir das vendas inicia o jogo dos negócios. Os fabricantes de novas tecnologias passaram a perseguir a feira de Cachoeira do Sul. Hoje em dia, as maiores empresas do setor orizícola do Brasil e de vários países do mundo guardam sob sete-chaves suas máquinas, equipamentos e implementos para apresentarem aos clientes durante a Fenarroz”, conta Razzera.

Conforme as informações disponibilizadas pela Executiva da Fenarroz, o evento será realizado de 24 de maio a 1º de junho de 2008 e a profissionalização e adequação do estilo da feira é a novidade na próxima edição. “A cada ano nos profissionalizamos mais. Aceleramos o nosso nome e as grandes indústrias orizícolas, a área comercial, o artesanato e todos demais focos da feira serão contemplados”, finaliza o Presidente.

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Presidente Érico Razzera: “Vamos renovar o perfil da feira e o profissionalismo tem marcado todas as suas etapas de organização”.

Créditos: Divulgação


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Sucesso de público é uma das expectativas da 15ª Fenarroz

Créditos: Arquivo Executiva Fenarroz

Entidade de Classe parceira da Fenarroz completou 91 anos

A Câmara do Comércio, Indústria e Serviços de Cachoeira do Sul completou, no dia 16 de dezembro, 91 anos de fundação. Representando diversos segmentos, a entidade de classe patronal faz parte da história de Cachoeira do Sul e, dentre as suas perspectivas estão um planejamento estratégico, a formatação do projeto Cacisc ao Meio Dia, e o fortalecimento da entidade através de uma campanha de captação de sócios e da continuidade do seu plano financeiro. Conforme a Secretária Executiva Sônia Fortes, a Cacisc é uma expositora potencial da Fenarroz, já que a organização representa o comércio, a indústria e os serviços, todos com expressividade significativa no evento bianual.

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A Cacisc foi fundada em 16 de dezembro de 1917

Créditos: Arquivo Cacisc

Coronéis do Exército recebem homenagem da Celetro em Cachoeira do Sul

A Cooperativa exaltou o espírito de soberania nacional em jantar comemorativo e homenageou militares

O dia 13 de dezembro foi marcado por uma homenagem em prol da amizade na Cooperativa de Eletrificação Centro Jacuí (Celetro). Os coronéis comandantes do Batalhão de Engenharia de Combate (3ºBECmb) e do Grupo de Artilharia de Campanha Marcelo Pagotti João e Ricardo Hampel Vicente receberam, do Presidente da Cooperativa, José Benemídio Almeida, uma placa comemorativa em um inesquecível jantar.

A comemoração, segundo a administração da Celetro, reuniu cerca de 200 pessoas e celebrou a aproximação da Guarnição Federal do Exército com a comunidade cachoeirense e regional. “O carisma dos dois comandantes tinha de ser exaltado e a homenagem foi o reflexo da aproximação existente e da bravura dos mesmos”, destaca Almeida.

Conforme o setor de marketing da empresa, a convivência entre a Celetro e os quartéis é uma relação forte e de extrema importância. Dessa forma, um acordo entre diretoria e conselheiros concretizou a homenagem. Na oportunidade, o presidente contou que o significado do exército para a cidade ultrapassa o lema “Braço forte, mão amiga”, a garantia de soberania nacional e o seu papel oficial. “No nosso município, a relação com o exército é familiar. O papel do exército vai além das expectativas e, em relação aos homenageados, o histórico é de colaboração harmônica”, destaca ele.

Na oportunidade, a direção da Celetro ainda evidenciou o papel social do Exército. Segundo informações disponibilizadas pela Cooperativa, o Exército protege os jovens cachoeirenses e minimiza os efeitos prejudiciais das más influências e dos caminhos obscuros que a juventude encontra, a partir do esclarecimento e da proteção.

Confira as presenças ilustres:


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Os Coronéis homenageados não esconderam a emoção ao serem exaltados pela Celetro.


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Érico Razzera, presidente da Fenarroz, Luis Alberto Silva, Vice-presidente Geral da Fenarroz, com as respectivas esposas e com o Radialista João Bosco.


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O Promotor João Ricardo Santos Tavares (à direita) com as famílias dos Coronéis homenageados.


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Presidente da Celetro (no centro) com os Coronéis homenageados


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Ney Garcia Stürmer, gerente do Sicredi Centro Leste e esposa


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José Benemídio Almeida e esposa


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Edson Morais e esposa (à esquerda) com amigos.

A Bramoto faz sucesso em Cachoeira do Sul

A Bramoto, rede de Concessionárias Autorizadas Honda no Rio Grande do Sul, há 34 anos com matriz em Santa Maria, também é forte presença no meio empresarial de Cachoeira do Sul. Com lojas em São Gabriel, Rosário do Sul, Santiago, São Borja e Itaqui, atende mais de 80 municípios na região centro e fronteira oeste do estado. Conforme o Diretor, Pedro Almeida, o ano de 2007 reservou muitas conquistas para a empresa. “No âmbito estadual, a Bramoto recebeu o troféu Reconhecimento, como a Revenda Destaque no segmento duas rodas e, no aspecto local, a Bramoto Cachoeira obteve um reconhecimento muito especial dos clientes: Foi a terceira colocada entre todas as Concessionárias autorizadas Honda do RS, na Pesquisa de Índice de Satisfação Total de Clientes”, destaca ele.

Em 2008, a Bramoto completará 30 anos de atividades junto à comunidade de Cachoeira do Sul e a perspectiva é manter o compromisso e a responsabilidade característicos da empresa até então.

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A Bramoto Cachoeira obteve a terceira colocação entre todas as Concessionárias do RS em pesquisa que verifica o índice de satisfação dos clientes.

Créditos: Arquivo Bramoto

Na terra da Fenarroz tem gente que faz

Conheça a trajetória de uma das empresas mais reconhecidas da cidade

Coragem e visão de futuro são as principais qualidades que renderam crescimento e produtividade a uma das mais reconhecidas empresas de Cachoeira do Sul: A Líder Tratores. A sua trajetória iniciou com Hilário Flori Jaeger, que em 1968 ingressava no ramo agropecuário e, já em 1970, saiu de Agudo, sua terra natal, e deu seqüência ao seu trabalho de representação comercial na capital nacional do arroz.

No ano de 1972, Jaeger constituiu a empresa individual “Hilário Flori Jaeger” e, em 1976 a organização Líder Tratores foi formatada com a finalidade exclusiva de revender tratores Ford, lançados no Brasil neste mesmo ano. Segundo as informações disponibilizadas pela administração da empresa, de lá para cá o crescimento marcou a trajetória da organização. Desde 1986 nas instalações da Avenida Marcelo Gama, em amplo terreno, com prédios adequados para o comércio de implementos e máquinas, venda de insumos, adubos, fertilizantes e peças, a empresa tornou-se referencial no comercio agropecuário.

Em 1995, o Grupo Fiat comprou a Ford Tratores e passou a ser denominada New Holland Latino Americana. Com novas metas, a ligação entre a Líder Tratores e a New Holland ficou ainda mais intensa e, a região central do estado, bem como parte do Vale do Taquari e Rio Pardo, passaram a ser foco da comercialização de tratores e máquinas colheitadeiras.

Com a obtenção dessa extensa área de concessão, detectou-se a necessidade de construir uma filial no Vale do Taquari. E, em agosto de 2001, a necessidade foi sanada: Era inaugurada a filial em Lajeado, que atualmente conta com 17 colaboradores e tem alcançado excelentes índices no alcance das metas globais.

A matriz em Cachoeira conta com uma equipe de 52 colaboradores, atuando em todos as áreas do ramo agropecuário. Com um contexto familiar, a Líder Tratores, conforme a Sócia-adminsitrativa Juliana Jaeger Beckel, serve a família do campo e vê na agricultura o futuro do mundo. “Atendemos as famílias rurais e, prioritariamente, a empresa Líder Tratores vê na agricultura o futuro mundial. Por isso investimos na qualificação dos nossos colaboradores e no acompanhamento da tecnologia”, ressalta ela.

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A Líder Tratores está há 31 anos no mercado agropecuário.

Créditos: Divulgação

Cidadão cachoeirense é promessa no Selo Guinnes Brasil

Sucesso é viver na contramão: É o que diz Sérgio da Silva Almeida. Confira!

Aos 41 anos de idade, o escritor e palestrante Sérgio da Silva Almeida jamais havia visto a fama tão de perto. Forte candidato a bater o recorde em palestras e fazer história no Guinnes Brasil, Sérgio não se cansa de atender aos telefonemas, responder e-mails, dar entrevistas e, para todos, contar um pouco de sua história.

Autor das obras Seja mais que um vencedor na escola e na vida e Sucesso é viver na contramão do mundo, o rapaz dissemina teorias e novas abordagens da motivação por onde quer que passe. Sonhador e entusiasta, Sérgio conta que desde pequeno desejava ser escritor. Aos 15 anos apresentou uma coleção de livros infantis a uma renomada editora da capital gaúcha. Porém a ousadia, momentaneamente, não lhe rendeu bons frutos. A resposta, segundo o escritor, foi cruel: "Seus livros são muito bons, porém não venderão nenhum exemplar porque não tem um personagem bad boy".

Apesar de persistente, a decepção foi grande. Sérgio enterrou o seu talento e não escreveu uma só linha até os 33 anos de idade. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), chegou a encarar a carreira de jogador de futebol. Mas a paixão pelas palavras foi a sua perdição e seu melhor troféu.

Um acontecimento inusitado fez o livro Sucesso é viver na contramão do mundo tornar-se campeão de vendas em livrarias e feiras:

Sérgio demorou 10 anos para escrever a obra, até que no dia 10 de maio de 2006, quando ela estava totalmente pronta, dois ladrões atacaram sua residência em Caxias do Sul. “Eles permaneceram encapuzados por mais de uma hora, tentaram seqüestrar meu filho de onze anos, mas como eu sempre digo em minhas palestras: Uma hora é o tempo necessário para fazer amizade com dois bandidos”, ressalta o escritor.

Além de todos os bens, os ladrões levaram o conteúdo do livro que estava em um note book. Assustado, Sergio propôs um acordo aos bandidos, pedindo que levassem tudo, mas que devolvessem o conteúdo do livro em um CD. Os bandidos aceitaram o acordo e cumpriram a promessa. Desde então, ministrou uma série de palestras e foi a atração de alguns especiais de TV para o Japão, Portugal e, especialmente, para o Rio Grande do Sul.

Sobre o Guinnes Brasil o palestrante foi taxativo: “Meu próximo objetivo é ultrapassar o recorde de dez palestras do Diego Berro, atual campeão, e para isso escolhi a cidade a qual sou apaixonado: Cachoeira do Sul”, finaliza ele.

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